Faltam 17 dias para as Eleições 2026: para conquistar um Brasil chamado Brasil
Faltam 17 dias para as Eleições Gerais de 2026. No dia 4 de outubro, milhões de brasileiros estarão diante da urna eletrônica para exercer um dos direitos mais importantes da democracia: escolher seus representantes.
Será o momento de votar para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.
Mas a pergunta que precisa estar na cabeça de cada eleitor é simples e, ao mesmo tempo, profunda: que Brasil queremos construir a partir das nossas escolhas?
Não se trata apenas de escolher nomes. Trata-se de escolher caminhos.
O Brasil vive um momento em que as perguntas são muitas e as respostas nem sempre chegam. O cidadão olha para o futuro e pergunta: o que será de nossas famílias? O que será dos nossos filhos? O que será dos nossos netos? E, principalmente, que país deixaremos para as próximas gerações?
São preocupações que fazem parte da vida cotidiana de milhões de brasileiros: o custo de vida, o acesso à saúde, a qualidade da educação, o transporte, o saneamento básico, a segurança, o emprego e tantos outros serviços e direitos essenciais.
Enquanto isso, durante as campanhas, continuamos ouvindo discursos, promessas e a velha repetição: “eu fiz, faço e vou fazer”.
Mas fazer o quê?
Essa é uma pergunta que o eleitor precisa fazer.
Não basta dizer que fez. É preciso mostrar o que foi feito, explicar o que ainda precisa ser realizado e apresentar, com responsabilidade, como pretende enfrentar os problemas que continuam diante da população.
O Brasil não pode viver eternamente de promessas.
Também não pode construir seu futuro exclusivamente sobre benefícios sociais. Os programas sociais são importantes e necessários para quem realmente precisa, mas uma nação precisa ir além: precisa gerar oportunidades, educação, formação profissional, emprego, renda, conhecimento e condições para que seus cidadãos possam conquistar autonomia.
O jovem precisa de oportunidade.
A família precisa de segurança.
O trabalhador precisa de dignidade.
O estudante precisa de educação.
E o cidadão precisa ser respeitado.
É preciso formar uma sociedade preparada para caminhar com as próprias pernas.
E tudo isso começa pelo conhecimento.
O voto é livre. A escolha é individual. Ninguém deve entregar a sua consciência eleitoral a terceiros.
Saber escolher não é escolher porque alguém pediu.
Saber escolher é conhecer, analisar, comparar e decidir.
É compreender o papel de cada cargo, observar a trajetória dos candidatos, conhecer suas propostas e, principalmente, avaliar aquilo que está sendo apresentado ao eleitor.
A verdadeira identidade eleitoral não nasce de um pedido de favor, de uma promessa de campanha ou de um aperto de mão. Ela nasce do conhecimento.
O Brasil também precisa discutir reformas estruturais.
Não apenas reformas pontuais, mas mudanças capazes de aperfeiçoar suas instituições, sua administração pública, seu sistema político e a maneira como o Estado responde às necessidades da população.
É preciso discutir o funcionamento dos partidos, do Executivo, das Assembleias Legislativas, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e das demais instituições que compõem a República.
Não se trata de destruir instituições. Trata-se de aperfeiçoá-las, fortalecê-las e fazê-las cumprir, com responsabilidade, aquilo que determina a Constituição Federal.
Porque uma democracia forte não depende apenas de bons discursos. Depende de instituições funcionando, de representantes cobrados e de uma sociedade consciente do seu papel.
E existe uma frase que continua ecoando na memória de muitos brasileiros:
“O Brasil precisa ser passado a limpo.”
Talvez o primeiro passo para isso esteja justamente onde sempre esteve: na consciência de cada eleitor.
Faltam 17 dias.
O tempo é curto, mas a responsabilidade é enorme.
No dia 4 de outubro, não haverá apenas uma urna diante de você. Haverá uma escolha sobre caminhos, prioridades e representantes para os próximos anos.
Por isso, eleitor, preste atenção.
Não escolha apenas porque alguém pediu.
Não escolha apenas porque alguém prometeu.
Não escolha apenas pela emoção do momento.
Escolha com conhecimento.
Escolha com consciência.
Escolha com responsabilidade.
A decisão pertence a você.
Porque o futuro do Brasil não é responsabilidade apenas de quem será eleito.
É também responsabilidade de quem escolhe.
Que possamos construir, juntos, um futuro no qual o Brasil possa, verdadeiramente, ser chamado de Brasil: uma nação de oportunidades, dignidade, justiça, desenvolvimento e respeito para todos.
A escolha é sua, eleitor.
Visão Cidade



