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Vera Cruz: Vamos!lutemos,lutem,a luta é sua,ela continua.

A luta por reconhecimento, condições de trabalho e de salário
é um estigma para os Trabalhadores da Educação brasileira sejam eles das redes
públicas ou privadas. Nesta primeira década do século XXI a situação frente às
necessidades da calasse e as mudanças na conjuntura da politica econômica tendo
a revolução tecnológica digital uma influência impulsionadora para definir
novos paradigmas sociais e educacionais, agravado de forma complexa os caminhos
que permeiam as reivindicações por direitos dos Trabalhadores da Educação em
todos os níveis e modalidades.
O Estado poder representando pelos partidos nas diferentes
estâncias da República decaí mediante a sua incompetência de gerir o bem estar
social. Questionamos os problemas que levam a decadência e a inoperância do
estado quanto a sua governabilidade de gestar a sociedade do século XXI: modelo
de gestão incompatível para dinamizar as ações, frente às necessidades da
população, na execução com eficiência e eficácia; há disseminação da corrupção
nos diversos setores, órgãos e secretárias, principalmente na relação público
privado; hábitos, costumes e valores individuais em detrimento do
coletivo. 
Sentimos que uma ganancia assoberbada, configurando em usura
no enriquecimento ilícito, por parte dos que governam; inoperância da justiça
na exigência da aplicabilidade e observância as Leis; comprometimento entre os
três poderes e conivência entre eles em detrimento do respeito, da ordem, da
dignidade e do dever constitucional dos cidadãos brasileiros. Estas e outras
mais são as razões que nos levam a um Estado de não direitos. 
Os trabalhadores de forma geral estão sentindo-se
desamparados, desqualificados, encurralados e desvalorizados. É angustiante
observar as GREVES, com um sentimento mais revoltante a luta dos Trabalhadores
da Educação. A humilhação que a Educação está sendo submetida e a afronta
desumana dos que governa é cruel. Observando o tratamento dado aos professores
na GREVE do estado do Rio de Janeiro é deprimente o deboche estampando no rosto
do governador ao falar da desocupação da Câmara de Vereadores. Em seguida nas
páginas das redes sociais, a matéria informando que o governador concederá
ajuste salarial aos policiais. 
É desanimador o quadro no qual estamos vivendo. A democracia
está em risco. As ações dos que governam TAMBÉM estão levando ao total desequilibro
do poder do Estado. A força armada está sendo usada para violentar cidadãos de
bem, para reprimir as lutas na defesa por princípios constitucionais. 
Os trabalhadores mesmo no direito são violentados e os que
governam desacatando as normas, os regimentos, as Leis, a CF, a LDB, dentre
outras não são fiscalizados e quando são denunciados não respondem e nem pagam
devidamente com justiça. Os desatinos para quem está no poder dá a entender que
tudo podem, não existe leis e nem limite. No entanto para os trabalhadores seu
limite está nas mãos dos que governam que utilizam da força e das ameaças, além
da repressão militar sobre suas vidas. É revoltante esta relação de PODER.
A jornada pela luta e pela preservação do direito já
conquistado como pelo avanço na conquista de novos pleitos não devem parar,
ainda que se TENTE e invistam para calar e reprimir os que com coragem e
bravura enfrentam a todos que por estarem na direção do sistema pretende
conserva-lo e preserva-lo no PODER.
Trabalhadores, em especial da Educação devemos combater o bom
combate. A luta é continua. Insistimos, persistimos e resistimos a tudo e a
todos na consciência de garantir o respeito e a dignidade no trabalho. A nossa
maior bandeira é a nossa profissão. O que somos e o que representamos na
contribuição social. Lutamos cotidianamente par construir este país. E os que o
governam destrói a cada eleição, a cada voto de confiança dado, mediante as
palavras e gestos em época de campanha. O projeto politico deveria ser a
obrigação legal. Perguntemos! Como em um país que não respeita suas próprias
Leis, ou estas são utilizadas como convier. Não é assim?
Estamos no limite. Tentam tirar nossa razão, nossa emoção,
nossa vontade e verdade. Chegamos ao final e não queremos migalhas, nem tralhas,
a nossa garra nos movem para a luta, para as ruas, nas ocupações e nos GRITOS.
Ouvimos-nos, somos ouvidos e a LUTA CONTINUA.
APLB Vera Cruz

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