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Começou a briga pela super banda larga

Cabos de fibra óptica
Não faltam reclamações sobre a qualidade e o preço do acesso à internet no Brasil. Mas não se pode dizer que ele não tem evoluído. Nesta semana, a NET divulgou que vai elevar a velocidade de seus planos para até 120 megabits por segundo (Mbps). E ela está atrasada. A Vivo e a Oi já chegam a 200 Mbps e, a GVT, a 150 Mbps.
Obviamente, essas velocidades mais altas não estão disponíveis em todo o país. Elas dependem da existência de rede de fibra óptica nas cidades. Em geral, as operadoras usam redes híbridas, onde a fibra óptica vai até o bairro ou até a calçada. Um cabo de cobre a conecta à casa do consumidor. 
Mas Vivo, GVT e Oi também trabalham com conexões em que a fibra óptica chega até a residência do assinante. Isso traz diversas vantagens, começando pela maior velocidade. O pioneiro serviço Vivo Fibra e o mais recente Oi Fibra têm planos de até 200 Mbps e oferecem também TV (via rede IP) e telefonia. 
Esses planos com velocidade superior a 100 Mbps são, é claro, mais caros que aqueles que trabalham com taxas de transmissão mais modestas. Mas as operadoras vêm gradualmente melhorando a relação entre preço e velocidade.
A GVT alterou seus planos nesse sentido em abril. A Vivo fez o mesmo em julho e agora é a vez da NET. “Em julho, modificamos nossos planos para oferecer preços e velocidades mais competitivos”, disse, a EXAME.com, Estanislau Bassols, diretor mercado individual da Vivo em São Paulo.
O Vivo Fibra está disponível em bairros de 16 cidades do estado de São Paulo, incluindo a capital. Segundo a empresa, a área de abrangência inlui 1,8 mihão de residências. Os planos de banda larga via cabo óptico vão de 25 a 200 Mbps. Avulsos, custam de 79,90 a 249,90 reais mensais. Mas há pacotes combinados com TV e telefone que tornam o preço mais atraente.
(Exame)

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