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Tablet, mas pode chamar de telefone.

O Brasil é um dos mercados mais importantes para a taiwanesa Asus: representa 50% das vendas da companhia na América Latina. Por isso, é o primeiro mercado da região a receber o híbrido de tablet e smartphone, o Fonepad, já à venda.  O preço é competitivo, R$ 1.099 para o produto desbloqueado. Não foi feito nenhum contrato com as operadoras de telefonia.
O modelo foi lançado em Taiwan há três semanas e chega simultaneamente aos mercados europeu, norte-americano e brasileiro. Lá fora custará em torno de US$ 250, segundo o gerente de produto da Asus no Brasil, Marcel Campos. O produto é importado e não há previsão de fabricação local. “O custo com  impostos, transporte e encargos trabalhistas nos limita muito no Brasil”, diz Campos. 
O Fonepad traz chip Intel Atom, tela de 7 polegadas HD IPS e rede 3G. Tem capacidade de16 GB (que pode ser ampliada até 32 GB com cartão microSD), câmara de 3 MP traseira e roda sistema Android 4.1. Pesa 340 gramas, quase o dobro dos 130 gramas do similar Galaxy S4, da Samsung, que tem 5 polegadas e chega ao Brasil nesta semana. 
Tem 11 mm de espessura e o revestimento é metálico, nas cores cinza e champanhe. A bateria, segundo a Asus, tem autonomia para 31 horas em chamadas de voz e 9 horas para reprodução de vídeos em HD.
O aparelho, além de funcionar como telefone (traz Bluetooth para o usuário se comunicar com um fone no ouvido) vem com vários aplicativos do Google e games embarcados e possibilita  escrever na tela com a ponta do dedo como se fosse um bloco de notas. 
A Asus também anunciou outras novidades entre notebooks e ultrabooks fabricados localmente e importados, todos com chips Intel de terceira geração. Um dos destaques é o Taichi, um ultrabook conversível com duas telas. Quando o equipamento é fechado se transforma num tablet com tela touch. Vem nas versões de 13,3 e 11,6 polegadas com resolução Full HD. 
Com escritório próprio no País desde 2008,  a companhia taiwanes produz ultrabooks e notebooks com chips da Intel em unidades parceiras da Compal e Quanta – em Jundiaí e em Campinas.(DC)

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