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Bahia tem o maior número de cidades com verba suspensa pelo Programa Saúde da Família

O Ministério da Saúde suspendeu o repasse de recursos do Programa Saúde da Família em 479 municípios, por conta de irregularidades no cadastro de agentes e equipes do programa. O Estado com maior número de cidades com repasse suspenso é a Bahia, com 75, seguida do Maranhão, com 64 e de Minas Gerais, com 52. 
O ministério  suspendeu o repasse de verbas para nove cidades do Estado do Rio de Janeiro. Barra do Piraí, Belford Roxo, Nilópolis, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paty de Alferes, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Sumidouro tiveram o dinheiro relativo a janeiro retido pelo governo federal. De acordo com a secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro, o valor do repasse suspenso é R$ 60 mil, de um total de R$ 300 milhões. A expectativa é que a situação seja regularizada no próximo mês.
A cidade que apresentou maior número de irregularidades foi Belém, no Pará, com problemas em seis equipes de Saúde da Família, uma equipe de Saúde Bucal e 49 agentes comunitários de Saúde. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, o secretário Joaquim Pereira Ramos está estudando o caso.
De acordo com o ministério da Saúde, o problema com o registro dos agentes e equipes é a falta de atualização do cadastro, o que gera duplicidade do profissional, condição vetada pelas regras do programa.
O ministério afirmou que a verificação do cadastro é rotineira e a suspensão do repasse do dinheiro é feita regularmente. Para voltar a receber os recursos, o município precisa atualizar o cadastro pela internet. Assim que a situação é regularizada, o repasse volta a ser feito.
Em todo o Brasil, são mais de 33 mil equipes de Saúde da Família, 21 mil equipes de Saúde Bucal e 255 mil agentes comunitários de Saúde. 
(Terra)

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