Servidores do PSF pedem apoio dos vereadores

Em greve por 48 horas, servidores do Programa de Saúde da Família (PSF) de Salvador lotaram as galerias da Câmara Municipal, na tarde desta segunda-feira (25), para pedir o apoio dos vereadores. Os cerca de 1,4 mil trabalhadores terceirizados, com contratos regidos por Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que expirou em 2008, reivindicam o pagamento do salário de dezembro, reajuste compatível com as perdas salariais dos últimos cinco anos e direitos trabalhistas como INSS, FGTS, PIS/PASEP e 1/3 de férias.
Portando cartazes com apelos do tipo “PSF pede socorro” e “A Saúde está morrendo”, os trabalhadores pediram a intermediação dos vereadores para a abertura de negociação com a prefeitura. Além dos profissionais do PSF, terceirizados da Dominus, empresa que presta serviço à prefeitura, também se juntaram à manifestação cobrando uma posição do Executivo para o atraso no pagamento dos salários.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB), diretora do Sindsaúde-Ba, chamou atenção para a importância do PSF, “programa que está sendo sustentado por esses servidores que têm sido desrespeitados em seus direitos. Sou testemunha da penúria que eles estão passando”. Segundo ela, está agendada audiência pública para 14 de março, com a presença do secretário José Antônio Rodrigues, para discutir a situação do PSF, que cobre apenas 13% da população de Salvador.
Fabíola Mansur (PSB) frisou que os trabalhadores terceirizados estão “pagando para trabalhar” e o líder da bancada da oposição, Gilmar Santiago (PT), propôs a formação de uma comissão suprapartidária para intermediar a negociação com a prefeitura. Hilton Coelho (PSOL) alertou para a tendência da cobertura do programa piorar ainda mais com a demissão dos servidores, sugerindo a revisão do TAC que rege os contratos: “O PSF tinha que ser ampliado com os concursados e não reduzido”.
O líder da bancada do governo, Joceval Rodrigues (PPS), e o do DEM, Leo Prates, se colocaram à disposição para intermediar a negociação com o Executivo, propondo a formação de uma comissão de vereadores e sindicalistas. Se solidarizaram com os trabalhadores, também, os vereadores Odiosvaldo Vigas (PDT), Pedrinho Pepê (PMDB), Moisés Rocha, Arnando Lessa, Henrique Carballal e J. Carlos Filho, todos do PT.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB), diretora do Sindsaúde-Ba, chamou atenção para a importância do PSF, “programa que está sendo sustentado por esses servidores que têm sido desrespeitados em seus direitos. Sou testemunha da penúria que eles estão passando”. Segundo ela, está agendada audiência pública para 14 de março, com a presença do secretário José Antônio Rodrigues, para discutir a situação do PSF, que cobre apenas 13% da população de Salvador.
Fabíola Mansur (PSB) frisou que os trabalhadores terceirizados estão “pagando para trabalhar” e o líder da bancada da oposição, Gilmar Santiago (PT), propôs a formação de uma comissão suprapartidária para intermediar a negociação com a prefeitura. Hilton Coelho (PSOL) alertou para a tendência da cobertura do programa piorar ainda mais com a demissão dos servidores, sugerindo a revisão do TAC que rege os contratos: “O PSF tinha que ser ampliado com os concursados e não reduzido”.
O líder da bancada do governo, Joceval Rodrigues (PPS), e o do DEM, Leo Prates, se colocaram à disposição para intermediar a negociação com o Executivo, propondo a formação de uma comissão de vereadores e sindicalistas. Se solidarizaram com os trabalhadores, também, os vereadores Odiosvaldo Vigas (PDT), Pedrinho Pepê (PMDB), Moisés Rocha, Arnando Lessa, Henrique Carballal e J. Carlos Filho, todos do PT.

