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Wagner se exime de culpa por derrota

O governador Jaques Wagner disse que ainda é cedo para mensurar o peso que a greves dos professores e da Polícia Militar teve na derrota de Nelson Pelegrino à Prefeitura de Salvador. “É complicado simplificar e condicionar as greves à vitória de Neto. Houve desgaste, mas não dá para responsabilizar pela derrota de Pelegrino”, avaliou Wagner em entrevista à imprensa.
Apesar da derrota em salvador, Wagner comemora o fato de 82% dos municípios baianos terem eleito prefeitos ligados a base aliada. Outro motivo de comemoração, segundo ele, foi a vitória do PT em importantes cidade. Ele citou São Paulo, cujo prefeito eleito  foi o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad. “Quem acho que o ia macular o PT com a história do mensalão se enganou. A população nas cidades discutiu questão mais localizada”.
Sobre a relação com o prefeito eleito, Jaques Wagner afirmou que trabalhará como tem feito em toda a Bahia. “Nosso governo tem obras em quase todas as cidades, independente de quem seja o prefeito. Atuamos para tornar as cidades melhores. Temos que respeitar o caminho escolhido pelo povo de Salvador. Podemos ser adversários políticos, mas somos aliados por uma cidade melhor”, pontuou, assegurando que projetos bons serão acolhidos pelos governos estadual e federal.
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Ao ser questionado sobre o impacto das eleições municipais na disputa de 2014, o governador considera precipitada qualquer projeção. “Ainda temos dois anos pela frente e muita coisa pode acontecer. Vou continuar trabalhando para concluir várias obras, em Salvador e no interior”, declarou.
(Bahia Todo Dia)

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