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HGI: mais um caso que deixa uma família profundamente consternada

Familiares de uma recém-nascida internada no dia 14 de janeiro, no Hospital Geral de Itaparica (HGI), denunciam maus-tratos praticados por equipes de enfermagem e médica da unidade. Segundo a família, a criança apresenta hematomas visíveis, que teriam sido causados por uma aplicação incorreta na veia.

De acordo com os relatos, além das lesões, o que mais revolta os familiares é a falta total de informações sobre o estado de saúde da recém-nascida. O ferimento estaria exposto e, mesmo diante da gravidade do caso, a família afirma que houve a sugestão de solicitar uma regulação para outra unidade, mas que, ao mesmo tempo, essa possibilidade teria sido negada pela própria equipe do hospital.

A família questiona: afinal, o que está realmente acontecendo com esse caso no HGI?

Vale destacar que denúncias de maus-tratos e negligência no atendimento não seriam fatos isolados. Há diversos relatos semelhantes, principalmente relacionados à dificuldade ou negativa de regulação de pacientes que necessitam de transferência.

O Hospital Geral de Itaparica é uma unidade de extrema importância para a região. Trata-se de um hospital do Governo do Estado da Bahia, localizado no município de Itaparica, cuja administração está sob responsabilidade de uma das maiores fundações do estado, a Fundação José Silveira.

Diante disso, ficam os questionamentos:

O que está acontecendo com a administração do hospital?

Qual o posicionamento do Governo do Estado da Bahia?

E o que dizem a direção do HGI e a Fundação José Silveira?

A seguir, apresentaremos o relato completo da família. As imagens não serão divulgadas por se tratarem de cenas fortes e envolverem uma criança com menos de um mês de vida

No dia 14/01 dei entrada no hospital geral de Itaparica pra ter minha bebê,ela nasceu mais precisou ficar internada,colocaram o acesso nela e internaram.No dia 16 percebi que ela chorava muito pra tomar as medicações! E questionei as enfermeiras.As enfermeiras falaram que o acesso estava fluindo e era por que a medicação ardia….e no dia 17 a enfermeira que estava com ela falou que ia passar pro próximo plantão ver o acesso dela pra ver se estava na veia…A próxima enfermeira que veio me falou que o acesso estava normal fluindo e continuou aplicando a medicação no bracinho dela e ela chorava muito,até que no dia 18/01 uma enfermeira conhecida daqui percebeu que ela chorava muito e tirou o acesso do braço dela pra ver e quando tirou estava nessa situação inflamado saindo pus e inchado!!!!
Depois disso que ela tirou o acesso ficou desse jeito,perguntamos se iam passar pomada eles falaram que não precisava que ia fechar sozinho!e assim ficou no segundo dia!!!
Deixaram o braço dela sem nenhum curativo sem nada, falaram que ia fechar sozinho,sendo que em hospital tem muita bactéria!mesmo assim falaram que não precisava de curativo.depois de muito eles começaram a fazer um curativo com pomada ressalto que o braço da minha filha apresenta lesão necrosou que necessita de desabrimento,e a equipe está conduzindo apenas com colagenase hoje estou no 10 dia de internamento e o uso do colagenase foi iniciado apenas no 8 dia!!

Erro da pulsão de acesso do hospital!!!!!

E hoje o braço de minha filha se encontra assim

Quero justiça!!!!!!!”

Visão Cidade

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