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Filhos de ambulantes terão baile de fantasia na noite da virada

Confete, jogo de luzes e panos coloridos vão enfeitar a Escola Municipal Luiza Mahin, situada na Boca do Rio, para um grande baile à fantasia que vai animar o Réveillon de 100 filhos e filhas de ambulantes acolhidos durante o período festivo. O evento terá início às 19h do domingo (31).
Os meninos e meninas vão produzir as próprias fantasias que vão utilizar durante a festa, a partir de materiais disponibilizados pela Secretaria Municipal de Política para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ). Acessórios e pinturas vão complementar o look. O baile terá animadores, lanche e uma pausa para assistir ao espetáculo piromusical, que acontece próximo à escola.
A titular da SPMJ, Taíssa Gama, ressalta a importância do evento para as crianças menores, que não têm noção do motivo de estarem distantes dos pais. “A gente tenta passar para eles que estão lá protegidos e tendo o próprio baile de Réveillon, juntamente com outras crianças que têm a mesma estrutura que eles. Este serviço que a Prefeitura oferece possibilita aos pais levar renda para casa, com a consciência de que os filhos estão bem cuidados”.
A secretária salienta ainda que, além da diversão, as atividades também estimulam o processo criativo das crianças. “Espero que se repita o que ocorreu no Carnaval: as crianças gostaram tanto do bailinho que nem queriam sair do acolhimento”, finaliza Taissa.
Funcionamento – O espaço de convivência para crianças e adolescentes, filhos de ambulantes que estarão trabalhando durante os dias do Festival Virada Salvador 2018, está situado na Avenida Simon Bolívar, Boca do Rio, próximo ao Centro de Convenções. O espaço terá atendimento 24 horas entre os dias 27 de dezembro e 1º de janeiro.
Os pais e familiares poderão conduzir os pequenos para o local, levando RG ou certidão de nascimento do filho e RG e comprovante de residência do responsável. Para que as crianças sejam acolhidas, agentes municipais e profissionais do Conselho Tutelar também farão abordagens durante os dias de festa, inclusive, para combater o trabalho infantil.
SECOM

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