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Teste detecta Síndrome de Down e outras alterações genéticas

Por muito tempo para detectar a Síndrome de Down no feto os únicos exames foram a amniocentese e biopsia corial, ambos exames invasivos que apresentam um risco de abortamento (0,5%-2%), por isso é recomendado apenas em gestações onde há suspeita de Síndrome de Down. Mas existe uma alternativa de detectar esta e outras alterações genéticas através de uma análise de sangue. O teste chama-se NACE PLUS e pode ser solicitado através do obstetra.

O risco de Síndrome de Down e das alterações cromossômicas aumenta com o avanço da idade materna. Enquanto o risco aos 20 anos está em torno de 1 para cada 1600 nascimentos, aos 35 é aproximadamente 1 para cada 365 e aos 40, chega a 1 para cada 80 nascimentos.  A média brasileira de nascimentos de crianças com Síndrome de Down, de acordo com o Ministério da Saúde, é de um de cada 800 nascimentos. 

Com uma simples extração do sangue materno, o teste NACE Plus permite conhecer se existem cópias a mais ou a menos dos cromossomos – fenômeno também poderia ser chamado aneuploide –, de forma mais precisa, correspondentes aos pares 21, 13, 18 e os sexuais (X e Y), e assim detectar se o embrião padece de síndrome de Down, síndrome de Edwards, síndrome de Patau respectivamente, ou possui alteração numérica dos cromossomos sexuais.

Fazer o exame para detectar a Síndrome de Down tem um significado importante para os pais, pois vai ajuda-los a estarem preparados para dar todo amor e carinho que seu filho necessita para desenvolver-se de forma saudável mesmo sendo portador da Síndrome.  
(Ibahia)

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