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Fies: ‘Não adianta entrar em faculdade de baixa qualidade’, diz pesquisador

A rápida passagem do ex-ministro da Educação Cid Gomes foi marcada por problemas e polêmicas sobre o Fies (programa federal de financiamento estudantil). De um lado, o ministério criou novas regras para a obtenção de crédito, como o mínimo de 450 pontos no Enem, e a garantia de atendimento apenas para instituições com nota alta em avaliações do MEC. De outro, os problemas na comunicação e o atraso no calendário levaram estudantes a pagar matrícula e mensalidades sem saber das novas regras
Na última semana, a presidente Dilma Rousseff chegou a admitir que o governoerrou com o Fies e, por isso, precisou mudá-lo. Para João Ferreira de Oliveira, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, o governo tem dificuldades em melhorar os critérios de qualidade do programa por pressão do ensino privado.
Do ponto de vista dos estudantes, o coordenador do grupo de pesquisas sobre Expansão do Ensino Superior e Produção do Conhecimento diz que “não adianta entrar no setor privado em um curso de baixa qualidade. A pessoa porque é pobre tem que fazer um curso ruim?”.
(IG)

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