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Brasil tem quatro opções para vaga de Luiz Gustavo

Após a emocionante classificação às quartas de final da Copa do Mundo com a vitória nos pênaltis sobre o Chile, no sábado, no Mineirão, o técnico da seleção brasileira tem muito a trabalhar nos próximos dias (este domingo foi de folga). Um dos principais pontos a atacar nos treinamentos é recuperar emocionalmente os jogadores, que se desgastaram e choraram muito após a última partida. Além disso, o treinador precisa definir um substituto para Luiz Gustavo, expulso, e ainda rever os cobradores de pênalti, que não o agradaram diante dos chilenos.
Felipão não economizou elogios ao atacante Neymar e destacou sua maturidade para bater a última penalidade brasileira. Por outro lado, Willian e Hulk desperdiçaram suas cobranças e, com isso, o treinador da seleção brasileira acenou com a possibilidade de alterar os batedores para uma eventual disputa de pênaltis. “Provavelmente, nos próximos dias, vamos ter novas definições sobre os pênaltis.”
Para a partida na Arena Castelão, sexta-feira, contra a Colômbia, a seleção terá de joga sem seu ponto de equilíbrio: Luiz Gustavo. O volante da fala grossa e de poucas risadas cumprirá suspensão automática, abrindo assim brecha no meio de campo.
Candidatos para a vaga não faltam ao treinador, que tem pelos menos quatro jogadores como opção e dois sistemas táticos. Na troca pura e simples de um jogador pelo outro, a melhor opção é Ramires. Dessa forma, Felipão seguraria Fernandinho para a função de primeiro volante, a mesma de Luiz Gustavo, e deixaria o jogador do Chelsea como terceiro homem do lado direito. Paulinho e Hernanes correm por fora. Paulinho era titular até o jogo com Camarões, mas perdeu seu lugar por causa de más atuações.
Fernandinho já se adiantou ao chefe e disse que faz a função sem problemas. “Acho que o Felipão vai analisar as opções que tem. Eu sou capaz de atuar como primeiro volante, mas ele pode usar um zagueiro também”, apontou.
Dessa maneira, Felipão espera aproveitar os próximos dias para corrigir erros da seleção cometidos na defesa e no ataque, e também trabalhar o controle emocional dos jogadores. Ele acredita que a emoção sofrida na classificação sirva de impulso para o Brasil na sequência da Copa. “Quando a gente ganha com essa emoção, a gente pode fazer disso uma coisa boa.”

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