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Bahia; Corrida ao governo do estado


Agora é o momento a Bahia tem quatro nomes fortes para a disputa ao governo do estado o ano promete eleições bastante acirradas, geradas foram as especulações entorno do nome do atual prefeito de Salvado ACM Neto, porém descartada pelo mesmo que pretende cumprir o circulo da administração a frente  da capital baiana.
São os nomes de Lídice da Mata(PSB),Rui Costa(PT),Paulo Souto (DEM),Geddel Vieira(PMDB)


Lídice da Mata  é senadora da república e presidente do Partido Socialista Brasileiro no Estado da Bahia.Em 1992, ainda filiada ao PSDB, Lídice da Mata elegeu-se a primeira prefeita de Salvador, derrotando o candidato de ACM, Manoel Castro, no segundo turno.

À frente da administração municipal, Lídice criou a Fundação Cidade Mãe, implantou o Programa de Qualidade Total na Prefeitura, o Serviço de Atendimento ao Público – Central 156 e o Orçamento Participativo; ampliou e renovou a frota de ônibus em mais de 1500 veículos, introduzindo a adaptação piloto para utilização por deficientes físicos; profissionalizou o carnaval, organizando e ampliando o Circuito Barra-Ondina; construiu a Ligação Iguatemi-Paralela (Lip), a estação Pirajá, paredes de contenção em 22 áreas de grande risco da cidade, 750 casas populares para receber os desabrigados das chuvas de 1995 e 1996 em Mussurunga; urbanizou a Colina do Bonfim e reurbanizou a Praça do Rio Vermelho, entre outras obras.
Sua administração foi marcada ainda pela resistência ao cerco financeiro e de mídia comandado por ACM, que comandava não só o sequestro de verbas da prefeitura à frente do Governo do Estado da Bahia, como ainda detinha as rédeas de uma rede de comunicação formada por rádio, jornal e pela TV de maior audiência na Bahia.

Rui Costa Economista graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Rui Costa nasceu em Salvador (BA), no bairro Liberdade, no dia 18 de janeiro de 1963. O primeiro contato com as teorias políticas ocorreu no curso de Ciências Sociais, da UFBA.Costa iniciou sua caminhada política com a luta sindical, ao lado do atual governador da Bahia, Jaques Wagner, no Polo Petroquímico de Camaçari, na década de 80. Aos 22 anos, foi um dos líderes da primeira grande greve que paralisou o Polo. A atuação sindical levou Rui à direção do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica).Também naquele período, ele atuou na criação do Partido dos Trabalhadores no Estado da Bahia.


Paulo Souto Em 1994, foi eleito governador pela primeira vez, com 58,64% dos votos válidos. Sua primeira gestão à frente do Estado foi marcada por programas, como o Bahia Azul, Viver Melhor, Cabra Forte e Pró Gavião.

Em 1998, se elegeu senador da República para o período de 1999 a 2007, com 2.583.185 votos (73,24%). No Senado foi relator da CPI do Judiciário e membro titular das comissões de Assuntos econômicos, de Infra-estrutura e da Comissão de Ética, além de ter sido relator da Comissão Especial Mista da Crise Energética.
Em 2002, foi eleito novamente governador , com 53,69% dos votos válidos. Neste segundo mandato, iniciado em 1º de janeiro de 2003, Souto destacou seu trabalho neste mandato para o turismo e consolidou a Bahia como uma das principais economias do país com seu governo voltado ao desenvolvimento.

Geddel Vieira  Vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, ex-deputado federal eleito cinco vezes consecutivas, esteve licenciado da função parlamentar entre 2007 e 2010 para exercer o cargo de ministro da Integração Nacional do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, período em que privilegiou o estado baiano com 90% das verbas liberadas, segundo auditorias do Tribunal de Contas da União , sendo assim o principal responsável pela reeleição de João Henrique Carneiro em 2008. Com tais manobras orçamentárias, Geddel conseguiu ainda a neutralidade do então presidente Luís Inácio Lula da Silva nas eleições para governador da Bahia em 2010, tendo mesmo assim sua candidatura derrotada por Jaques Wagner (PT-BA)..

Filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), jamais mudou de partido. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília, em 1981, e começou na atividade política ainda estudante, como assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, na capital federal.
Como administrador, exerceu a função de diretor do Banco do Estado da Bahia (BANEB), de 1983 a 1984. Nesse cargo, foi acusado de desvio de recursos públicos para um suposto esquema de corrupção. Posteriormente, foi assessor da Casa Civil da Prefeitura de Salvador, entre 1988 e 1989; diretor da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA), em 1989; e presidente na Bahia da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) em 1990, ano em que se filiou ao PMDB e deu início à sua carreira política propriamente dita.

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