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Sofá e TV digital, os grandes rivais dos estádios de futebol

Pelas próximas décadas, a americana AEG (Anschutz Entertainment Group), maior empresa de gestão de eventos do mundo, vai introduzir tecnologia nos estádios brasileiros e gerir os eventos que serão realizados nas arenas nacionais — isso inclui, é claro, jogos de futebol, mas também shows e cultos religiosos. Serão alvo da administração da companhia os estádios da Baixada (do Atlético Paranaense, em Curitiba), de Pernambuco (do Náutico, em São Lourenço de Mata) — que receberão partidas da Copa das Confederações e da Copa do Mundo — e do Palmeiras (em São Paulo). O uso da tecnologia tanto vai se traduzir no lançamento de aplicativos voltados ao público, que poderá, por exemplo, conferir o melhor trajeto para chegar às arenas, quanto na adoção de sistemas de monitoramento nas dependências dos estádios. 
O objetivo nesse caso é coibir a violência. Para colocar tudo isso em prática, a AEG exibe a credencial de controlar 108 arenas espalhadas pelo mundo, incluindo o Staples Center, de Los Angeles, onde joga o poderoso Los Angeles Lakers. “Temos a obrigação de oferecer a melhor experiência possível às pessoas que compram ingressos para acompanhar um jogo de futebol ou um show ao vivo”, diz Denise Taylor, chefe de tecnologia da companhia americana, que visitou o Brasil recentemente para fechar novos acordos.
(Veja)

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