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Vigilantes protestam pela ruas de Salvador

Por  Sergio Batista

Com apitos, faixas e cartaz cerca de mil vigilantes fizeram uma caminhada na manha desta sexta(01) pelas ruas de Salvador em protesto contra o não pagamento do adicional de 30% de periculosidade,aprovado pelo congresso nacional e sancionado pela presidente Dilma Rousseff(PT) desde do dia 10 de dezembro 2012,que os empresario de segurança negam se a pagar. A caminhada que iniciou na Sede do sindicato dos vigilantes, na Rua do Gravata no bairro de Nazaré percorreu as ruas da Cidade Alta, finalizado do Comercio onde ha uma grande concentração de agencias bancarias e prédios públicos(posto de serviços),alvo principal dos manifestantes,que chamavam os vigilantes que ainda permaneciam nos postos de serviço de forma pacifica com o carro de som diretores da entidade e manifestantes convenciam aos trabalhadores a aderirem a manifestação.

Durante o protesto varias agencias bancarias ficaram sem vigilantes outras se anteciparam colocaram aviso e fecharam as portas,a paralisação de 24horas é nacional. Segundo José Boaventura Santos presidente da Confederação Nacional dos Vigilante, que informou durante a caminhada, que alem dos vigilantes da Bahia,os vigilantes de São Paulo,Mato Grosso,Parana,Rio de Janeiro também param. Santos informou ainda que espera ainda hoje uma posição dos empresários de segurança caso não haja sinalização os vigilantes de todo pais podem decreta greve por tempo indeterminado.

Presença de Edison Conceição (SINDILIMP), Cedro Silva (CUT),Luiz Carlos Suica (Vereador) Sergio Batista Mandato do Dep. Estadual Yulo

Leia o manifesto
No dia 10 de dezembro de 2012 a Presidente Dilma Roussef fez publicar a lei 12.740, alterando a CLT, incluindo os profissionais de segurança privada no quadro das atividades periculosas.

A medida só institucionalizou o que as Convenções Coletivas de Trabalho de todos os estados, negociadas e acordadas entre patrões e empregados, já tinham consagrado, uniformizando os percentuais em 30% e permitindo a compensação daquilo que já vinha sendo pago com a mesma natureza.
Este era um antigo pleito da categoria, objeto de lutas desde, pelo menos, 1997. Os Vigilantes têm consciência do risco da sua profissão. Contabilizam vidas perdidas de colegas quase todos os dias. Mas também tem consciência do seu compromisso com a defesa da vida de todos e todas as brasileiras.
Entretanto, os patrões de vigilância, mais uma vez, elegem os trabalhadores como inimigos e dizem que não cumprirão a lei, que a mesma não está valendo e aguardarão uma regulamentação, entre outras bobagens. Com isto acumulam uma dívida com o trabalhador e transferem para o contratante a responsabilidade de pagar a sua conta, além de provocarem trabalhadores sérios, honestos, dedicados e também lutadores, que não temem enfrentar bandidos, tampouco patrões caloteiros.
Assim, e depois de quase dois meses de tentativas de diálogo e convencimento civilizado com os patrões, sem qualquer sucesso, a única alternativa para os vigilantes é a greve.
Nesta sexta feira, dia 1º/02, em todo o País, os vigilantes que atuam em todas as áreas (patrimonial, transporte de valores, escolta, de bancos, órgãos públicos e privados, escolas, hospitais, etc.) paralisaram suas atividades. Deixaremos de trabalhar para que o seu direito seja respeitado, para que a lei seja cumprida. Patrões! Cumpram a lei. Respeitem os vigilantes brasileiros.(CNTV)

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