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A mordaça chega ao futebol brasileiro: arbitragem de péssima qualidade

A Justiça Desportiva brasileira vem agindo de forma cada vez mais rigorosa contra clubes que se sentem prejudicados pela má qualidade da arbitragem nacional. Equipes como Bahia, Vitória, Chapecoense, Santos, entre outras, têm reclamado constantemente de erros recorrentes e decisões contestáveis dentro de campo.

As críticas não se limitam apenas aos árbitros principais, mas também aos profissionais responsáveis pelo VAR. Criado para auxiliar nas decisões e reduzir equívocos, o árbitro de vídeo deveria representar mais segurança e justiça nas partidas. No entanto, o que se vê são erros grotescos, falhas decisivas e lances capitais que seguem prejudicando diversos clubes do futebol brasileiro. Isso compromete a credibilidade da competição e revolta torcedores, dirigentes e atletas.

Quando se fala em “mordaça” imposta pelo STJD, a referência é às punições aplicadas a jogadores, treinadores e dirigentes que, após partidas marcadas por polêmicas, manifestam publicamente sua insatisfação em entrevistas a emissoras de TV, rádios ou demais veículos de comunicação. Em muitos casos, acabam suspensos e impedidos de atuar, o que amplia ainda mais os prejuízos aos clubes.

O papel de um tribunal desportivo deveria ser o de garantir equilíbrio, respeito às regras e bom funcionamento das competições. Porém, em diversas situações, a impressão que fica é de decisões desproporcionais e injustas, que penalizam críticas legítimas enquanto os erros de arbitragem seguem sem solução concreta.

As federações estaduais também precisam assumir maior responsabilidade e defender os interesses de seus clubes filiados. Afinal, foram elas, junto aos clubes, que participaram da escolha da atual direção da CBF. O Campeonato Brasileiro, uma competição de dimensão continental e enorme relevância, merece organização, transparência e imparcialidade.

O afastamento do torcedor dos estádios também passa por esse cenário. Muitos se sentem desmotivados diante de erros repetitivos e da sensação de favorecimento a poucos clubes em detrimento dos demais. Se nada for feito, o prejuízo ao futebol nacional será cada vez maior.

Outro ponto que chama atenção é o fato de muitos desses árbitros estarem cotados para representar o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Resta a dúvida: terão no cenário internacional o mesmo protagonismo negativo visto no Campeonato Brasileiro?

Fica o questionamento. E que CBF, STJD e federações estaduais compreendam, de uma vez por todas, que os clubes são a base que sustenta o futebol brasileiro e merecem respeito, equilíbrio e justiça.

Visão Cidade

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