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Sem euro, Brasil perde US$ 305 bi

Escultura do euro em frente do BCE
A quebra do euro poderia custar, no pior dos cenários, 17,2 trilhões de euros para o mundo, equivalente a mais de 22,5 trilhões de dólares. O dado é de uma pesquisa encomendada pela fundação alemã Bertelsmann Stiftung.
Segundo o estudo, esse é o valor que poderia ser tirado do crescimento das 42 maiores economias do mundo até 2020, caso acontecesse um “GPSI-Exit”, como foi batizada na pesquisa a saída da Grécia,Portugal, Espanha e Itália da zona do euro. 
Nesse cenário, o Brasil pagaria uma conta de 233 bilhões de euros, pouco mais de 305 bilhões de dólares, de redução no PIB até 2020, calculou o estudo.
Embora a chance de um desses cenários acontecer seja baixa, a pesquisa também calculou o impacto na economia mundial segundo outras três hipóteses fictícias para uma piora da crise da Europa. Confira:
“Grexit”
O termo vem sendo usado mundialmente para falar sobre uma possível saída da Grécia da zona do euro. A possibilidade de isso acontecer já chegou a 90%, segundo estudos do Citibank, que reduziu essa probabilidade para 60% neste mês.
Nesse cenário, o impacto para a economia mundial seria o menor possível, mas ainda assim a conta viria alta. Segundo o estudo da Bertelsmann Stiftung, as 42 maiores economias do mundo poderiam perder juntas 674 bilhões de euros, ou 883,4 bilhões de dólares.
Para o Brasil, o impacto acumulado no PIB até 2020 seria de 10 bilhões de euros, ou 13 bilhões de dólares.
“GP-Exit”
Esse cenário considera um calote com saída da zona do euro da Grécia e de Portugal. Nesse caso, o impacto seria “considerável”, mas pequeno em relação ao que poderia acontecer no pior dos casos, destacou a pesquisa. 
(Exame)

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