PELEGRINO ESPERA APOIO DO PMDB NO SEGUNDO TURNO

“A nossa ideia é unir todo mundo no segundo turno. Todos os partidos, afora o PSOL, mas o PMDB e o PRB já estão na base do governo federal. O PMDB não está na base do governo do estado, mas o PRB está. Eu penso que é natural o diálogo nesse campo”, avalia o candidato do PT à Prefeitura do Salvador.
O candidato do PT à Prefeitura do Salvador, Nelson Pelegrino, confirmou expectativa publicada neste espaço há três dias, a de que os principais partidos vão lhe apoiar no segundo turno, o que causará, por tabela, isolamento de ACM Neto, do DEM.
“A nossa ideia é unir todo mundo no segundo turno. Todos os partidos, afora o PSOL, mas o PMDB e o PRB já estão na base do governo federal. O PMDB não está na base do governo do estado, mas o PRB está. Eu penso que é natural o diálogo nesse campo”, disse o petista, embora tenha buscado não dar como certo o apoio do ex-ministro e liderança nordestina do PMDB, Geddel Vieira Lima.
Nelson Pelegrino afirmou que, com exceção do candidato Hamilton Assis, do PSOL, está conversando com todos os adversários em prol do segundo turno. “Olha, nós não temos nenhum problema em receber nenhum apoio. Nós temos mantido um bom diálogo com Mário (Kertész – PMDB), nós temos mantido um bom diálogo com Marinho (Márcio Marinho – PRB), temos um diálogo com Da Luz (PRTB), e não temos nenhum problema nenhum para conversar com o pessoal do PSOL”.
O diário questionou ainda se Pelegrino cogita a possibilidade muito especulada, inclusive em nível nacional, de Mário lhe apoiar e o PMDB fechar com ACM Neto em troca do apoio do DEM à candidatura de Geddel ao governo do estado em 2014. “Essa hipótese nós temos que considerar ela quando ela realmente se apresentar. Eu trabalho para ter o apoio de todos. Vamos analisar o cenário para ver”.
O petista disse também que já esperava a virada a seu favor nas pesquisas de intenção de voto, as quais lhe apontaram com crescimento de 14% nas últimas duas semanas. “A gente estava sentindo isso na rua. Eu sou um candidato que vai para a rua, que conversa com os eleitores, que aborda os eleitores, que ouve. E a gente já vinha seguindo esse crescimento na rua. Era uma coisa que a gente estava esperando”.
(Bahia 247)

