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Kertész diz que tendência é apoiar candidato do PT

O candidato do PMDB Mário Kertész voltou a reforçar que a tendência é que ele, mesmo se não apoiado pelos caciques do PMDB, deve apoiar o petista Nelson Pelegrino, em caso de segundo turno.
“Eu não sou político e não estou reabrindo a minha carreira política, a não ser que eu seja eleito, e não há problema em tomar posicionamento diferente do partido. Geddel e Lúcio são ótimos amigos. Eu estando no segundo turno vai ser guerra e não estando vai ser semi-guerra”, disse em entrevista à Rádio CBN, nessa sexta-feira (14/9).
Na ocasião, Kertész, no entanto, fez questão de negar que exista alguma possibilidade de renúncia da sua candidatura em apoio à ACM Neto (DEM) caso a presidente Dilma Rousseff participasse da campanha para Nelson Pelegrino (PT), com forme publicado na imprensa nacional.
Sobre o resultado da pesquisa Ibope, que aponta uma queda de 2 pontos porcentuais das intenções de voto do peemedebista – Kertész desceu de 8% para 6% – , o radialista disse ter visto com naturalidade.
Para ele, a pesquisa não reflete o momento. “E posso assegurar que não é isso que vejo nas ruas. Tenho andado por toda Salvador e a receptividade tem sido muito grande”, assegurou. Questionado sobre como ele vê o nível da campanha, com sua ironia peculiar, disparou que de “excelente nível. João Henrique no centro das atenções, a greve dos professores, enfim, tudo, menos Salvador. Até mesmo os debates são enfadonhos”.
O peemedebista atacou seus adversários. Sobre o discurso de alinhamento entre as três esferas, utilizado pelo candidato do PT: “Esse negócio de alinhamento quem inventou foi o senador Antonio Carlos Magalhães. Quando Lídice foi eleita e ele estava fazendo campanha para Manoel Carlos ele dizia isso. Na minha opinião, alinhamento não é fundamental, mas ser chefe da oposição como ACM Neto é complicado. Esse pessoal é republicano, mas nem tanto. Até porque em 2014 eles vão estar em campanha para governador e para presidente”.
Por fim, Kertész declaro que em sua opinião o apoio do deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) à campanha do democrata, oficializado nessa sexta-feira, se deu por pressão. “Acho que ele sofreu pressão do partido e como não quis sair teve que tomar essa decisão”. (TB)

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