Ala do PV minimiza aliança com o DEM

Este último, em carta aberta protocolada, mas não lida pela Mesa Diretora, manifestou, mais uma vez, desprezo pela aliança “com o herdeiro do carlismo”, configurando, segundo ele, “um estupro viabilizado de forma subterrânea com o apoio complacente de parte da direção nacional do PV”.
Para Virgílio, a partir desse momento, definitivamente, “o PV, que continha no seu DNA a esperança motivada pelo novo, corre o risco de morte por inanição de coerência, carimbado pela viagem sem retorno do oportunismo e das vantagens pequenas que há de receber como pagamento, perde seu maior patrimônio: a credibilidade”.
Na convenção, inclusive, o PV confirmou que os candidatos a vereador irão disputar a eleição em chapa proporcional única e completa, com os 65 postulantes, número máximo estabelecido pela Justiça Eleitoral.
Segundo Ivanilson Gomes, presidente da legenda no estado, cerca de 200 pessoas se inscreveram tentando uma candidatura de vereador e após longas reuniões com o diretório da agremiação a lista foi escolhida. O PV trabalha com a hipótese de eleger dois vereadores, mas ainda há alguns mais otimistas que apostam em três eleitos.
Como Beth Wagner não será candidata, e Célia Sacramento foi promovida a candidata a vice de ACM Neto, a chapa verde conta com candidatos em níveis bem parecidos em densidade eleitoral. Entretanto, cinco postulantes aparecem como os mais competitivos do grupo, entre eles, o ambientalista e presidente de ONG Marcell Moraes.(Tribuna)

