UFBA pede socorro à PM

Para falar sobre a insegurança nos campi da Universidade Federal da Bahia (UFBA), é mais ilustrativo voltar quase quatro anos atrás, para agosto de 2008. Foi em uma manhã de terça-feira, exatamente no dia 19 de agosto daquele ano, que uma estudante de Dança foi violentada sexualmente no campus de Ondina, chocando a todos.
Na época, mais de 100 estudantes foram para porta da reitoria. Promessas foram feitas, mas na prática, quatro anos depois, pouca coisa mudou. Os relatos de roubos e agressões na Avenida Adhemar de Barros não cessaram. As mesmas queixas no campus de São Lázaro, na Federação, também continuam.
Nesta quinta-feira (5), a reitora da UFBA, Dora Leal, terá uma reunião com o comando da PM para discutir ações de segurança dentro e no entorno da Universidade. Desta vez, a iniciativa foi motivada por mais um ato de violência sexual. Uma professora e mais seis alunas esperavam o ônibus na Av. Adhemar de Barros, Ondina, às 22h, do dia 13 de março, quando tiveram que presenciar um homem se masturbando para elas no ponto de ônibus.
Após a agressão, a UFBA já começou a tomar mais medidas de prevenção: passou a manter os portões abertos, que antes fechavam às 22h30min; e colocou vigilância motorizada 24h no campus. Mesmo assim, o pró-reitor de administração da Universidade, Paulo Vilaça, ainda minimiza a situação, dizendo que os problemas são no entorno da UFBA e não dentro dos campi. Só em 2011, foram registradas 88 ocorrências na Coordenação de Segurança da Universidade.
Em entrevista ao jornal A Tarde, estudantes também relataram insegurança ao ter que atravessar da Faculdade de Arquitetura para a Politécnica, ambas na Federação. Os seguranças também estão presentes na região, mas segundo os estudantes, só fazem a segurança patrimonial da entidade.
Como ação, a UFBA diz que já aumentou de 100 para 600 o número de luminárias na área e de 100 para 500 os postes de iluminação também. Agora, é aguardar as novas medidas que virão após a reunião desta quinta-feira.(247)
Na época, mais de 100 estudantes foram para porta da reitoria. Promessas foram feitas, mas na prática, quatro anos depois, pouca coisa mudou. Os relatos de roubos e agressões na Avenida Adhemar de Barros não cessaram. As mesmas queixas no campus de São Lázaro, na Federação, também continuam.
Nesta quinta-feira (5), a reitora da UFBA, Dora Leal, terá uma reunião com o comando da PM para discutir ações de segurança dentro e no entorno da Universidade. Desta vez, a iniciativa foi motivada por mais um ato de violência sexual. Uma professora e mais seis alunas esperavam o ônibus na Av. Adhemar de Barros, Ondina, às 22h, do dia 13 de março, quando tiveram que presenciar um homem se masturbando para elas no ponto de ônibus.
Após a agressão, a UFBA já começou a tomar mais medidas de prevenção: passou a manter os portões abertos, que antes fechavam às 22h30min; e colocou vigilância motorizada 24h no campus. Mesmo assim, o pró-reitor de administração da Universidade, Paulo Vilaça, ainda minimiza a situação, dizendo que os problemas são no entorno da UFBA e não dentro dos campi. Só em 2011, foram registradas 88 ocorrências na Coordenação de Segurança da Universidade.
Em entrevista ao jornal A Tarde, estudantes também relataram insegurança ao ter que atravessar da Faculdade de Arquitetura para a Politécnica, ambas na Federação. Os seguranças também estão presentes na região, mas segundo os estudantes, só fazem a segurança patrimonial da entidade.
Como ação, a UFBA diz que já aumentou de 100 para 600 o número de luminárias na área e de 100 para 500 os postes de iluminação também. Agora, é aguardar as novas medidas que virão após a reunião desta quinta-feira.(247)

