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Crise ambiental em São Tomé de Paripe retorna ao debate na Câmara

A crise ambiental que ocorre na praia de São Tomé de Paripe desde fevereiro, marcada pela presença de manchas azuladas e amareladas na areia e no mar, resultando na mortandade de peixes, suspensão da pesca, impacto na economia local e interdição temporária do banho de mar, voltou ao cerne do debate na 15ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Salvador, nesta segunda-feira (6).

Análises detectaram cobre e nitrato no sedimento, substâncias que podem causar riscos à saúde, como infecções, hepatite A e conjuntivite.

Diante do cenário, a vereadora Eliete Paraguassu (PSOL) requereu a adoção de medidas urgentes por parte dos poderes públicos, ao citar que, até o momento, apenas a Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre) se comprometeu com a doação de cestas básicas. Segundo a parlamentar, a situação dos moradores locais que vivem da pesca é crítica.

A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) advertiu que não apenas a Prefeitura tem responsabilidade, mas também o Governo do Estado e a União. Além disso, convocou as comissões de Planejamento Urbano e Meio Ambiente; Reparação; Saúde; Planejamento Familiar e Previdência Social para que se unam na busca por soluções efetivas.

Além das vereadoras, os colegas Téo Senna (PSDB) e Paulo Magalhães Júnior (União) manifestaram apoio à adoção de medidas para solucionar o impasse.

Câmara Municipal de Salvador

Foto: Visão Cidade

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