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Um ano após a posse: O que de fato foi realizado?

Hoje, 2 de janeiro de 2026, completa exatamente um ano desde a posse do vereador que você escolheu para representá-lo em seu município, assim como do prefeito eleito. Ambos assumiram seus cargos com inúmeras promessas de transformar a cidade em um lugar melhor para se viver.

Durante a campanha, falaram de melhorias na educação, saúde, transporte, saneamento básico, cultura, esporte e lazer, turismo, pavimentação, contenção de encostas, construção de escolas, campos de futebol, entre tantas outras propostas. Passado um ano, é inevitável a pergunta: o que realmente foi feito?

Esta reflexão não se dirige àqueles que votaram por votar, nem aos que não acompanharam o processo eleitoral. Falo com você, eleitor consciente, que participou desde a campanha até o dia da eleição, exerceu seu direito e cumpriu seu dever de cidadão acreditando em uma transformação positiva para a sociedade.

Você já procurou o seu vereador para cobrar resultados?

Em um ano de mandato, o que foi produzido na Câmara Municipal? Houve a criação de leis que realmente beneficiem a coletividade? O vereador fiscalizou o Poder Executivo como determina a sua função constitucional? Ele deu respostas concretas aos anseios da população ou limitou-se a indicações pontuais, como pintura de meio-fio, troca de lâmpadas e serviços de capinagem — ações importantes, mas que não substituem o papel essencial de legislar e fiscalizar?

Um ano é tempo suficiente para que o eleitor faça uma avaliação inicial: ele correspondeu às suas expectativas ou foi apenas mais um dentro da Casa Legislativa?

Da mesma forma, é necessário avaliar o Poder Executivo. As promessas feitas em campanha se transformaram em compromissos reais? A cidade onde você vive recebeu a atenção necessária? As ações do prefeito refletem, de fato, aquilo que foi prometido à população?

Essas respostas precisam ser buscadas, analisadas e cobradas. Afinal, você, eleitor, é a mola mestra de toda essa engrenagem democrática. Da mesma forma que elege, você também tem o poder de mudar. A alternância de poder não é apenas normal — ela é necessária para o fortalecimento da democracia.

Refletir, cobrar e participar são atitudes fundamentais para garantir que o voto não seja apenas um ato momentâneo, mas um instrumento permanente de transformação social.

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