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Dilma diz que não há pressão do governo para inibir investigações

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (20) que não há pressão do governo para inibir as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público em recentes denúncias de corrupção no país. A presidente fazia referência à atual etapa da Operação Lava Jato e afirmou que a PF está investigando “corruptos e corruptores” o que, para ela, é “inédito” no combate à corrupção.
“A Polícia Federal e o Ministério Público Federal, instituições do estado brasileiro, estão investigando os corruptos e corruptores e não há qualquer tipo de pressão do governo para inibir as investigações”, disse Dilma, durante discurso na Conferência Nacional de Educação, em Brasília.
A Operação Lava Jato, da Polícia Federal,prendeu na última sexta-feira (14) executivos e funcionários ligados a grandes construtoras do país. A PF apura suspeitas de pagamento de  propinas pelas empreiteiras para obter contratos com a Petrobras. Diretores ligados à estatal também são investigados.
“Não tenho, nunca tive nem terei tolerância com corruptores e corruptos. Queremos a investigação em toda a sua integralidade, garantindo também as condições democrática do direito à defesa. O Brasil sairá muito mais forte desse processo, mais forte ainda por respeitar as regras do Estado de direito em que vivemos”, continuou a presidente.
Economia
Em meio a expectativa e pressão do mercado para que divulgue o nome do novo titular da Fazenda, comentou números da economia e disse que há sinais de recuperação do crescimento.
Sem fazer críticas diretas, disse que agora, passadas as eleições, “a verdade começa a aparecer com mais clareza”. E listou uma série de fatores que, segundo ela, sinalizam uma melhora: “A inflação está sob controle, há sinais de recuperação do crescimento e a renda do trabalhador continua subindo”.
Dilma citou ainda a taxa de desemprego registada em outubro, de 4,7%, e disse ser “a mais baixa de toda a série para este mês”.
A presidente retomou a linha do seu discurso apos vencer a eleição e voltou a dizer que está aberta ao “diálogo” e que considera “fundamental” ouvir e debater com a sociedade.
A petista disse que os votos recebidos na eleição foram “votos claros” pela “inclusão social, pelo emprego, pela estabilidade política e econômica, pelo investimento maior na infraestrutura e modernização do país e, sobretudo, foram votos por mais investimento em educação”, concluiu.
(G1)

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