Vereador denuncia atraso em obras do ginásio de Cajazeiras

Seis anos após o anúncio do único Ginásio Poliesportivo da cidade, em Cajazeiras, pelo Governo do Estado, o que a população do bairro encontra hoje no espaço onde deveria ter sido erguido o equipamento, segundo o vereador Leo Prates, líder do DEM na Câmara Municipal, “são estruturas metálicas ainda desmontadas”.
Também vice-líder da bancada governista, Leo Prates frisa que seis anos é muito tempo para que a população aguarde uma promessa. E lembra que em 2008 foi lançado o projeto, mas a obra só iniciou em 2010. “Já estamos em meados 2014 e não se vê sinais que a conclusão será esse ano. Em tempos de Copa do Mundo, percebemos que o Governo do Estado se preocupou mais com a Arena Fonte Nova, que ficou pronta em três anos, do que com a qualidade de vida da população de Cajazeiras”, frisou o democrata.
Sem previsão
A obra, que inicialmente custaria R$5 milhões, passou por alterações com diminuição das medidas e os gastos aumentaram para R$7,5 milhões. O local escolhido para instalar o ginásio é o Conjunto Fazenda Grande 2, nas proximidades da Maternidade Albert Sabin. O espaço era utilizado pelos moradores, que tinham acesso a um campo de futebol e duas quadras de futsal.
“O esporte é um meio para entreter e afastar os jovens das drogas. Com essa demora na conclusão do ginásio, as ações esportivas no bairro ficam comprometidas. Não há espaços adequados e nem previsão para a mudança dessa realidade”, alertou Prates.
“O esporte é um meio para entreter e afastar os jovens das drogas. Com essa demora na conclusão do ginásio, as ações esportivas no bairro ficam comprometidas. Não há espaços adequados e nem previsão para a mudança dessa realidade”, alertou Prates.


