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Comissários de Menores lotam auditório para participar de audiência pública

Auditório lotado e discussões sobre a situação dos comissários de menores do estado da Bahia. Assim foi a audiência pública realizada hoje (23), no edifício Bahia Center, localizado na rua Rui Barbosa – centro de Salvador. Estiveram presentes representantes de diversas cidades, como: Salvador; Pojuca; Simões Filho; Itaparica e Camaçari, além de Raimundo Carneiro, representante do sindicato dos rodoviários. Promovido pela vereadora Tia Eron-PRB, o evento foi a oportunidade para os trabalhadores da área discutirem junto às autoridades, os principais desafios da classe.

A mesa foi composta pela vereadora Tia Eron – PRB, deputado estadual Sidelvan Nóbrega – PRB, Jorge Ferreira, presidente da Associação dos Agentes de Proteção da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça da Bahia – AAPIJEBA, Samuel Nonato, analista judiciário e Marinalva Gonçalves, coordenadora da Comarca de Camaçari.
Eron, requerente da audiência, se mostrou sensível a falta de respeito promovida aos comissários de menores e destacou este fato como mais um desafio da classe. A falta de gratuidade no transporte coletivo é outro problema e apresentou como exemplo que alguns deixam de desenvolver seus trabalhos porque a tarifa do Ferry Boat é alta.
De acordo com Jorge Ferreira, presidente da AAPIJEBA, a categoria passa maus momentos, pois só em Salvador dos 19 postos de trabalho e apenas quatro funcionam. Ele acrescenta que, no total, o estado dispõe de três mil comissários de menores para atuar em diversas regiões. “Falta de alimentação e vale transporte e ainda convivemos com a diminuição do efetivo. Essas são algumas das queixas feitas pelos meus colegas”, disse.
 Já o deputado Sidelvan Nóbrega – PRB se mostrou sensível a categoria e acrescentou que tramita na Assembléia Legislativa um projeto de indicação ao governo do estado que garante a gratuidade dos agentes no transporte intermunicipal. Ele acrescenta que vai, através de documento, informar ao Tribunal de Justiça a realidade dos agentes. Na opinião do legislador, “o trabalho dessas pessoas é de suma importância e a categoria precisa de ter seus direitos garantidos para o melhor desenvolvimento da atividade”, encerra. Ao final da audiência ficou acertado que um documento será produzido e encaminhado ao Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, ao governo do estado e a prefeitura de Salvador.

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