Afinal, o que é o tal iogurte grego?


De cara, o alimento é reconhecido pela cremosidade. O alto teor de proteína é outro fator que responde por sua fama. Pena que a fórmula gringa não é seguida à risca em território verde-amarelo. “No exterior, esses iogurtes passam por diversos processos de filtração que resultam em um produto com maior quantidade de proteína e pouca gordura”, conta Tânia Rodrigues, nutricionista da RGNutri Consultoria, na capital paulista. Aqui, porém, parece que o principal objetivo é mesmo caprichar na textura. “Para isso, são adicionados ingredientes como creme de leite, leite integral e gelatina”, descreve a especialista. Apesar de delicioso, passa a somar muitas calorias. “Para quem está de olho na balança, o desnatado e o light ainda são as melhores opções”, destaca.
A hora da verdade
Que fique claro: o iogurte deve fazer parte da alimentação diária, já que é importante fonte de cálcio. Mas as fórmulas que levam leite integral têm mais gordura saturada, aquela que, em excesso, não é legal para a saúde. Para ter ideia, um potinho de iogurte grego chega a oferecer cerca de 5 gramas desse tipo gorduroso – e, em uma dieta de 2 mil calorias, são permitidos 22 gramas. Veja mais diferenças entre as variedades encontradas nos supermercados:
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Grego brasileiro
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Tradicional
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Desnatado
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1 pote | 100 g
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1/2 pote | 100 g
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1/2 pote | 100 g
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| Calorias |
115 cal
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51 cal
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41 cal
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| Carboidratos |
16 g
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1,9 g
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5,8 g
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| Proteínas |
5,1 g
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4,1 g
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3,8 g
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| Gorduras totais |
7,5 g
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3 g
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0,3 g
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| Gorduras saturadas |
5,1 g
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1,8 g
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0,2 g
(Saúde)
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