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Coração de um alérgico

O raciocínio parece lógico: se a alergia respiratória deflagra a produção de substâncias inflamatórias e se elas, por sua vez, intensificariam o engarrafamento no trânsito arterial, será que tratar o processo alérgico daria uma força à prevenção dos males que afligem o peito? “Ainda é cedo para afirmar, mas existe essa possibilidade”, opina Hugo Neto. A questão é que de nada adianta esperar uma crise daquelas para dar a devida atenção ao problema. “A inflamação persiste mesmo na ausência do fator desencadeante”, avisa o imunofarmacologista. Portanto, segundo ele, quem é propenso ao surto precisa se submeter a consultas periódicas e seguir um tratamento regular para manter o sistema imunológico estável. 

Medicamentos como corticoesteroides, broncodilatadores e até descongestionantes nasais são algumas opções dos médicos para controlar a doença. Mas atenção: jamais se medique. “O uso indiscriminado desses remédios pode provocar efeitos colaterais como a taquicardia”, alerta Ricardo Pavanello. Só um profissional é capaz de avaliar os fatores de risco cardiovascular de cada pessoa e, assim, prescrever uma droga mais adequada. A imunoterapia é uma alternativa que costuma surtir bons resultados. “Trata-se da dessensibilização do indivíduo a um agente que causa alergia”, esclarece Jorge Kalil. 

Mas os especialistas concordam em uníssono: a melhor solução mesmo é se prevenir. “Fique longe de fatores que irritam as vias respiratórias, como cigarro, fumaça e odores fortes”, aconselha Adelmir Machado. Deixar o ambiente livre de agressores em potencial é outra boa dica. “Quem é alérgico a ácaro deve evitar cortinas e tapetes e tem de trocar a roupa de cama com frequência”, exemplifica. Se essas medidas não são a garantia de um coração mais forte, pelo menos melhoram a qualidade de vida e resguardam o corpo contra tanta inflamação. São providências simples que fazem você respirar aliviado!

CORPO INFLAMADO

Se todo processo alérgico induz a produção de substâncias inflamatórias, então é quase certo que outras alergias, como as alimentares ou a dermatite atópica — cuja vítima é a pele —, também contribuam com os males cardiovasculares. “O mesmo vale para as demais doenças geradoras de inflamação, como a periodontite, que acomete a gengiva, e a artrite reumatoide, que afeta as articulações”, acrescenta Ricardo Pavanello. Por isso, no meio médico, especula-se se o tratamento desses problemas ajudaria na prevenção dos piripaques cardíacos.

O raciocínio parece lógico: se a alergia respiratória deflagra a produção de substâncias inflamatórias e se elas, por sua vez, intensificariam o engarrafamento no trânsito arterial, será que tratar o processo alérgico daria uma força à prevenção dos males que afligem o peito? “Ainda é cedo para afirmar, mas existe essa possibilidade”, opina Hugo Neto. A questão é que de nada adianta esperar uma crise daquelas para dar a devida atenção ao problema. “A inflamação persiste mesmo na ausência do fator desencadeante”, avisa o imunofarmacologista. Portanto, segundo ele, quem é propenso ao surto precisa se submeter a consultas periódicas e seguir um tratamento regular para manter o sistema imunológico estável. 

Medicamentos como corticoesteroides, broncodilatadores e até descongestionantes nasais são algumas opções dos médicos para controlar a doença. Mas atenção: jamais se medique. “O uso indiscriminado desses remédios pode provocar efeitos colaterais como a taquicardia”, alerta Ricardo Pavanello. Só um profissional é capaz de avaliar os fatores de risco cardiovascular de cada pessoa e, assim, prescrever uma droga mais adequada. A imunoterapia é uma alternativa que costuma surtir bons resultados. “Trata-se da dessensibilização do indivíduo a um agente que causa alergia”, esclarece Jorge Kalil. 

Mas os especialistas concordam em uníssono: a melhor solução mesmo é se prevenir. “Fique longe de fatores que irritam as vias respiratórias, como cigarro, fumaça e odores fortes”, aconselha Adelmir Machado. Deixar o ambiente livre de agressores em potencial é outra boa dica. “Quem é alérgico a ácaro deve evitar cortinas e tapetes e tem de trocar a roupa de cama com frequência”, exemplifica. Se essas medidas não são a garantia de um coração mais forte, pelo menos melhoram a qualidade de vida e resguardam o corpo contra tanta inflamação. São providências simples que fazem você respirar aliviado!

CORPO INFLAMADO

Se todo processo alérgico induz a produção de substâncias inflamatórias, então é quase certo que outras alergias, como as alimentares ou a dermatite atópica — cuja vítima é a pele —, também contribuam com os males cardiovasculares. “O mesmo vale para as demais doenças geradoras de inflamação, como a periodontite, que acomete a gengiva, e a artrite reumatoide, que afeta as articulações”, acrescenta Ricardo Pavanello. Por isso, no meio médico, especula-se se o tratamento desses problemas ajudaria na prevenção dos piripaques cardíacos.
(Saúde)

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