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Desoneração reduzirá preço de smartphone em 9,5%, diz ministro

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) afirmou nesta quinta-feira (4) que o decreto com desonerações para os celulares produzidos no Brasil sai ainda neste mês, quando começam a ser fabricados os primeiros smartphones no país.
“Serão modelos bem amigáveis, bons de lidar e, com certeza, vão atender uma demanda grande. É muita gente querendo e o preço dos importados é uma barreira”, disse.
De acordo com Bernardo, a redução do preço ao consumidor, com a desoneração de PIS/Cofins deve chegar em torno de 9,5% para empresas já instaladas no Brasil.
No caso de empresas novas –que ainda não estão funcionando no país e, portanto, pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)– as já instaladas estão desoneradas desse imposto e redução de preços pode ser de até mais 15 pontos percentuais, além dos 9,5% a menos referente ao PIS/Cofins.
Segundo ele, as empresas informam que o preço do smartphone com sistema android e tela sensível ao toque serão vendidos por cerca de R$ 400.
“Mas também há um modelo mais popular chamado de webphone, com navegador de internet, acesso a redes sociais e e-mail, mas sem opção de download de aplicativos, que será vendido a partir de R$ 200”, disse.
Os preços, segundo Bernardo, são para aparelhos 3G. Já os aparelhos 4G também devem entrar nessa desoneração, quando começarem a ser fabricados.
DESONERAÇÃO
O governo brasileiro tem tomado uma série de medidas para estimular a economia, melhorar a competitividade no país e atrair investimentos estruturais. O anúncio mais recente foi a redução, a partir de 2013, do preço da energia, por meio de isenção de impostos. No mês de agosto, foi anunciado um pacote de concessões para duplicação e construção de rodovias e ferrovias
Além disso, houve a prorrogação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros, produtos da chamada linha branca –fogão, geladeira, máquina de lavar e tanquinho– e material de construção. O benefício fiscal da linha branca foi estendido para 31 de dezembro. A renúncia fiscal para a linha branca, segundo o ministro, é de R$ 361 milhões pelos quatro meses de prorrogação (de setembro a dezembro).
(Folha)

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