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TWB rebate acusações de formação de caixa-dois e sonegação fiscal

Após a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) acusar a concessionária TWB de formação de caixa-dois, sonegação fiscal e remessas irregulares de recursos, a empresa resolveu se manifestar e rebater as denúncias em um comunicado enviado à imprensa, na noite desta segunda-feira, 25.
Na nota, a empresa afirma que o débito de R$ 760 mil – informação divulgada pelo diretor-executivo da Agerba, Eduardo Pessôa – é uma prática empresarial normal. De acordo com a TWB, “este valor corresponde a 30 dias de abastecimento e, no dia da intervenção, a conta estava em aberto, mas não vencida”.
Em relação à acusação de remessas irregulares de recursos para a matriz, em São Paulo, a concessionária explica que os R$ 500 mil citados pela Agerba serviram para “quitar parcialmente o débito gerado nestes anos, uma operação normal, corriqueira e legal”, já que a TWB Bahia não teria receita para cobrir os custos do sistema ferryboat e estaria devendo R$ 8 milhões para a matriz, a TWB S.A.

A concessionária informa, ainda, que o estacionamento de veículos no Terminal São Joaquim, irregularidade apontada pela Seinfra e pela Agerba, é legalizado e foi “formalizado mediante contrato e de conhecimento da Agerba há mais de três anos, que recebe regularmente, inclusive, participação proporcional a título de taxa sobre receita acessória”.

(A Tarde)

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