Uma jiboia encontrada em Periperi

Mais uma jiboia foi encontrada fora do seu habitar natural em Periperi, desta vez foi encontrada dentro de um barco de pesca pelo Sr Quelme Lima,foi retirada da embarcação e colocada em lugar seguro até o contato com o IBAMA que fez a captura através da CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres), para os agentes é muito comum aparecer animais silvestres nos centros urbanos.
Para o Sr Quelme que encontrou o animal atribui aos desmatamentos e ocupação dos espaços naturais destes animais.
O telefone caso você encontre esses tipos de animais é 3433-1241 CETAS/ IBAMA.
A jiboia – É uma serpente que pode chegar a um tamanho adulto de 2m (Boa constrictor amarali) a 4m (Boa constrictor constrictor), raramente chegando a este tamanho máximo. Existe no Brasil, onde é a segunda maior cobra (a maior é a sucuri)e pode ser encontrada em diversos locais, como na Mata Atlântica,restingas, mangues, no Cerrado, na Caatinga e na Floresta Amazônica.
Alimentação – As serpentes são animais carnívoros que se alimentam de roedores, aves e lagartos. A frequência e quantidade de alimentos variam de acordo com o tamanho do animal.
Quando em cativeiro, é comum alimentar as jiboias com pequenos roedores, como camundongos e ratazanas jovens. Quando maiores, podem ser alimentadas com coelhos, lebres, ratazanas adultas e aves (frangos).
Doenças – As serpentes são animais susceptíveis a uma grande diversidade de doenças causadas por vírus, bactérias, parasitas, fungos, protozoários, pentastomídeos, helmintos, miíases, ácaros e carrapatos
Vírus – As viroses são o principal problema em jiboias,devido a gravidade do quadro e também a capacidade de disseminação de alguns vírus. Diversos tipos de vírus foram descritos em jiboias como adenovírus e herpesvírus como agente causadores de lesão hepática e alguns retrovírus causadores de enterite e lesões hepáticas.Um dos principais vírus causadores de mortes é o paramixovírus. Esses vírus levam a quadros de pneumonia bastantes graves, que frequentemente levam o animal à morte.
Os sintomas são febre, e geralmente a serpente passa a ficar com a boca semiaberta, dificuldade respiratória e até hemorragia na boca.



