Vagas aquém da expectativa

“Estamos torcendo para a majoritária decolar, pois aumenta a quantidade de votos por legenda e, como estamos coligados, é possível que o número de vereadores aumente com isso”, comenta o vereador Orlando Palhinha (PP), citando Pires e o vice-prefeito Edvaldo Brito (PTB) como apostas para alavancar os partidos coligados na proporcional. “Estamos terminando de homologar as candidaturas, mas contamos de três a cinco eleitos”, sugere Palhinha.
Com apenas um representante na atual composição do Legislativo, o vereador Joceval Rodrigues, o PPS também briga para ver duplicado o número de vagas da legenda. “Nós acreditamos que vamos ampliar sim, mas é difícil chegar a um número exato. A maioria não foi testada nas urnas, mas trabalhamos com chance de eleger dois ou três candidatos”, aponta o edil, também presidente do PPS em Salvador.
Outro filho único de partido na Câmara, Téo Senna (PTC) acredita que sua sigla obtenha a mesma quantidade de vereadores das eleições de 2000 e 2004, quando duas pessoas foram eleitas. “Em 2008, um dos fortes candidatos faleceu há quatro meses da eleição e apenas eu fui eleito. O desejo é que façamos dois vereadores, mas como fizemos coligação, podemos eleger três”, completa Senna.
Rachado na eleição majoritária, o PR é o partido menos otimista entre os procurados pela reportagem. Pelo menos na visão do vereador Isnard Araújo. Segundo ele, a legenda pretende eleger a mesma quantidade de edis da atual legislatura. “A nossa coligação terá 86 candidatos, parte do PR. Trabalhamos com a expectativa de eleger três deles”, garante Araújo, que faz parte da ala republicana que marcha com a candidatura petista ao Palácio Thomé de Souza. (FD)

