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Otimismo de siglas é maior que Câmara

Se depender dos partidos que já possuem representação na Câmara de Vereadores de Salvador, as 43 vagas disponíveis a partir do pleito de 7 de outubro não serão suficientes para atender ao otimismo das legendas. 
Com número de vagas ampliadas – em 2008 foram eleitos 41 edis -, candidatos dos mais diversos naipes se enfrentam numa batalha voto a voto para sentar numa das Casas Legislativas mais antigas do Brasil. 

O mais empolgado entre os partidos que buscam ocupar vagas na Câmara soteropolitana é o PT. De acordo com a vereadora e presidente municipal da sigla, Marta Rodrigues, a legenda trabalha com a hipótese de dobrar o número de cadeiras dos atuais petistas na Casa do Povo – a maior bancada individual.
“A nossa expectativa é que atingiremos 10 ou 12 vereadores em outubro, afinal, política se faz com um pouco de otimismo”, assegura Marta.
No total, são 43 petistas lutando para se manter como vereador ou buscando espaço para atingir a meta. Outros partidos, como o PCdoB, também apostam em duplicar o número de cadeiras, porém em números mais modestos.
 
“Temos atualmente duas vereadoras, mas queremos ampliar o número nesta eleição. Temos 65 candidatos do PCdoB e queremos eleger quatro ou cinco vereadores”, afirma Aladilce Souza, uma das comunistas presente na Câmara de Salvador. 
A outra edil da sigla, Olívia Santana, abriu mão de disputar a reeleição para tentar ocupar a vice-prefeitura de Nelson Pelegrino (PT), aumentando a expectativa sobre quais seriam os correligionários que conseguiriam votação suficiente para entrar no Legislativo.
 
O PTN, de João Carlos Bacelar, espera possuir a maior bancada da legislatura 2012-2016 com um número mais realista do que o apresentado pelo PT e seus impressionantes 28% das cadeiras disponíveis. “Nós temos a expectativa de fazer seis vereadores e eleger a maior bancada na Câmara Municipal de Salvador”, relata o dirigente municipal da sigla, atualmente detentora de três lugares. 
Para Alexandre Brust, presidente estadual do PDT, o empenho é para que a legenda  garanta quatro cadeiras. Sem a vice-prefeitura, como almejado pela sigla, os esforços se voltam para eleger vereadores num voo solo, sem coligação na proporcional. Estreante em eleições, o PSD também tem boas expectativas para o pleito de outubro. 
De acordo com o ex-presidente da Câmara soteropolitana e presidente da sigla na capital baiana, deputado estadual Alan Sanches, os peessedistas querem cinco representantes, frente aos atuais três vereadores. 
“Embora nossa legenda seja recém-criada, possuímos grande representatividade no parlamento e, sem dúvida, a expectativa é ampliar ainda mais a bancada. Estamos bastante confiantes. Nomes fortes para isso nós temos”, destaca o dirigente. A mesma quantidade de cadeiras deve ser ocupada pelo PSC, de acordo com a previsão do presidente municipal da legenda, o vereador Heber Santana. 

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