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Mitt Romney em Israel à conquista do voto judeu

Mitt Romney, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, chega sábado à noite a Israel, numa visita destinada a cativar o voto judeu nas eleições de Novembro. Obama não quer facilitar-lhe a vida e quis marcar o terreno: na sexta-feira, assinou uma lei que reforça os laços militares entre os dois países.
Romney tem acusado Obama de deteriorar as relações com o principal aliado no Médio Oriente e de ser muito duro com Israel e pouco firme com o Irão. Espera-se que mantenha a tradição americana de não criticar directamente o Presidente fora do país, mas deixará claro o apoio incondicional a Israel. Um colaborador próximo, Dan Senor, disse à Reuters que vai deixar a mensagem de que “os desafios e as ameaças a Israel são desafios e ameaças à América”. Numa entrevista ao jornal israelita “Ha’aretz”, o candidato disse que não deve ser afastada a hipótese de uma acção militar contra o Irão — cenário recorrentemente colocado pelo Governo local.

Com a visita de Romney, a campanha republicana espera não só cativar eleitorado judaico nos EUA, mas também mobilizar para o voto parte dos residentes em Israel com cidadania norte-americana. O seu número está calculado em 150 mil eleitorCom a visita de Romney, a campanha republicana espera não só cativar eleitorado judaico nos EUA, mas também mobilizar para o voto parte dos residentes em Israel com cidadania norte-americana. O seu número está calculado em 150 mil eleitores. Essa mobilização revela-se importante num contexto de incerteza eleitoral.

Quando faltam cem dias para a eleição, os estudos de opinião dão ligeira vantagem a Obama. O site RealClearPolitics atribui 46,4% das intenções de voto no Presidente contra 45,1% no seu adversário, mas uma sondagem Wall Street Journal-NBC indica que só 36% dos norte-americanos confiam na capacidade do Presidente para melhorar a situação económica, enquanto 43% consideram Romney capaz de o fazer.
es. Essa mobilização revela-se importante num contexto de incerteza eleitoral.


Quando faltam cem dias para a eleição, os estudos de opinião dão ligeira vantagem a Obama. O site RealClearPolitics atribui 46,4% das intenções de voto no Presidente contra 45,1% no seu adversário, mas uma sondagem Wall Street Journal-NBC indica que só 36% dos norte-americanos confiam na capacidade do Presidente para melhorar a situação económica, enquanto 43% consideram Romney capaz de o fazer.
(Publico)

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