Ações e estratégias das instituições governamentais na realização da Copa do Mundo de 2014

Ações e estratégias das instituições governamentais na realização da Copa do Mundo de 2014 e suas expectativas para a população foram discutidas durante a segunda edição do Fórum da Copa, realizado ontem, no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador.
A iniciativa da Comissão Especial de Acompanhamento dos Empreendimentos da Copa reuniu representantes da sociedade civil organizada e gestores públicos para discutir o legado que o evento esportivo deixará para a cidade.
O vereador Sandoval Guimarães (PMDB) destacou a importância de dar sequência ao Fórum da Copa, que teve a sua primeira edição realizada no dia 25 de agosto de 2011. “Estamos dando continuidade ao trabalho do colegiado. É fundamental discutir as obras que estão em andamento. O legado deixado por essas obras serão muito importantes para os soteropolitanos, após a Copa”, afirmou.
As polêmicas relacionadas à Lei Geral da Copa, de autoria de deputado federal Renan Calheiros Filho (PMDB-AL), foram discutidas durante o evento. A questão da permissão de bebidas nos estádios e a repercussão em Salvador foram lembradas pelo parlamentar. “Salvador é uma das poucas cidades do país em que é permitida a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol. Na maior parte do país, isso não acontece. Abrimos a exceção para que a cerveja seja vendida durante a Copa do Mundo de 2014”, declarou Renan Calheiros Filho.
O também deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB) disse que espera que a Copa evidencie o que a Bahia tem de positivo e de negativo. “O que for bom tem que ser mostrado a todos e o que não for também é bom que se evidencie para que consigamos, na medida do possível, melhorar”, opinou. A importância da realização do evento foi destacada pelo coordenador executivo da Copa em Salvador, Leonel Leal.

