Antiga gestão pede suspensão judicial das obras do Hospital Municipal de Vera Cruz

Prefeito diz que construção vai ficar parada até resolver a situação com a justiça. A consultoria jurídica já entrou com o recurso e prestou informações ao juiz. A reforma em um prédio com mais de 30 anos e com problemas de risco à saúde pública, conforme laudo do engenheiro da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), são para corrigir defeitos estruturais da estrutura antiga. As obras estão paradas há mais uma semana.
Com o embargo da obra do Hospital Municipal Maria Amélia Santos, determinado pela justiça mediante mandado de segurança movida pela ex-gestão, o Prefeito de Vera Cruz, Antônio Magno, se diz preocupado. Ele garante que vai tomar todas as providencias legais para liberar a obra.
A construção vai ficar parada até resolver a situação com a justiça. A Prefeitura usará de todos os artifícios para que a população não seja prejudicada, pois é visível a todos a necessidade das obras, o hospital não tem condições mínimas de INTERNAÇÃO. Atualmente, os atendimentos são realizados no ambulatório por ter condições, usando parte da estrutura que seria para internação.
A preocupação aumenta quando se refere ao custo de uma obra parada. “Esse equipamento vai gerar resultados positivos para a saúde da cidade de Vera Cruz”, afirmou. Segundo o Prefeito, a comunidade será a grande beneficiada com a operação do equipamento. “as marisqueiras, os pescadores poderão ter acesso a uma saúde decente, em um lugar de qualidade, pela primeira vez na história do Município”, explicou.
De acordo com o diretor do hospital municipal, o médico e especialista em saúde pública, Silvio Medina, “a obra foi uma recomendação da vigilância sanitária do estado, da auditoria da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia e laudo técnico de engenharia subscrita por um engenheiro UPB”. O diretor ressalta que “se as obras não forem realizadas, o hospital não receberá o alvará da vigilância sanitária do estado e não poderá abrir diversos serviços, como internamento, realização de cirurgias, dentre muitos outros. O laudo do engenheiro deixa claro que se as mudanças não forem realizadas imediatamente, parte da estrutura poderá ruir. A reforma interfere na segurança tanto dos trabalhadores quanto dos usuários”.
O Município requisitou o imóvel administrativamente até o final de 2015, por meio de um decreto administrativo. O documento prevê ainda outras intervenções de ampliação estruturais no equipamento de uso da saúde pública municipal.(Ascom)




