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Unidos individualmente

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Mais bem avaliado nas pesquisas de intenção de voto dos pré-candidatos oposicionistas, ACM Neto vai disputar sua segunda eleição, já que concorreu em 2008, quando o atual prefeito João Henrique foi reeleito.

O evento que acontecerá na segunda-feira (23) será festivo e terá como pano de fundo o encontro da militância democrata. A presença do presidente nacional do partido, senador Agripino Maia, já estava confirmada. O presidente do DEM na Bahia, ex-deputado federal José Carlos Aleluia, considera que a candidatura de ACM neto “já decolou” e já a considera que se tornará irreversível até a próxima semana, quando se consolidará.
Diálogo até o fim
Já o deputado federal e potencial candidato tucano à sucessão municipal Antônio Imbassahy disse ao Bahia247 que o PSDB continuará lutando pela unidade das oposições, apesar do anúncio do lançamento da pré-candidatura de ACM Neto.
“Continuamos conversando com o DEM, o PMDB e o PR em busca da união”, disse o ex-prefeito tucano. Ele afirmou que o PSDB nunca cogitou a hipótese de ele ser o vice na chapa de ACM Neto. “Através de sua executiva municipal, o PSDB deseja a minha candidatura, pelo fato de eu ter sido um prefeito bem avaliado e conhecer os problemas da cidade”, ressaltou Imbassahy.
O presidente estadual do PMDB e vice – líder do governo no Congresso, deputado Lúcio Vieira Lima, também conversou com o 247 e disse que soube do lançamento da pré-candidatura de Neto pela imprensa, mas que não ficou surpreso.
“Cada sigla tem o direito de lançar o candidato que bem entender. O PMDB não lançou o seu, pois achamos que isso dificulta o diálogo para a união das oposições”, analisou.
Falando em união das oposições, Lúcio afirmou que vai continuar conversando com os partidos em busca de aliança até o dia das convenções partidárias. “Não vou desistir. Ainda pretendo convencer Imbassahy e Neto que o apoio ao nome de Mário Kertész é a melhor solução”, garantiu o deputado.
Pressão democrata
A decisão do lançamento da pré-candidatura de ACM Neto foi precipitada por pressão da cúpula nacional do DEM, animada com o fato do deputado federal ter superado a barreira de 30% na preferência do eleitorado soteropolitano, marca histórico do partido no município.
Para o DEM, a legenda não pode ficar de fora de uma eleição importante como a da capital baiana, num momento em que o partido se desidratada nacionalmente, sobretudo com a migração de quadros para o PSD do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e do vice-governador da Bahia, Otto Alencar.(247)

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