EconomiaSem categoria

Após BB e Caixa, bancos privados avaliam redução de taxas de juros

Após o anúncio de redução dos juros para operações de crédito feito pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a expectativa é que os bancos privados também reduzam as taxas para o crédito de famílias e financiamento para micro e pequenas empresas. Procurados pelo G1, Itaú, Bradesco e HSBC informaram que estão “avaliando” uma redução. O Santander afirmou que está “analisando as medidas sinalizadas pelo governo”.
Nesta terça-feira, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, tem uma reunião marcada com o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa. A expectativa, não confirmada, é que as taxas de juros do crédito sejam o assunto do encontro.
Ainda que o movimento liderado pelos bancos públicos possa levar a um aumento da oferta de crédito no país e redução das taxas de juros, o consumidor deve manter cautela na hora de decidir por contratar um financiamento. A Fundação Procon-SP e Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) recomendam que os consumidores se certifiquem de que as taxas oferecidas pelos bancos são, de fato, vantajosas e que negociem com as agências vantagens melhores ou semelhantes às oferecidas pela concorrência.
O G1 solicitou aos maiores bancos do país a divulgação dos juros cobrados atualmente nas principais operações de crédito. Confira a seguir as taxas para cheque especial, empréstimo pessoal, rotativo do cartão de crédito, crédito consignado, financiamento de veículos e capital de giro para micro e pequenas empresas informadas pelos bancos. As taxas variam e dependem sempre do perfil do cliente, risco de crédito e relacionamento.     “É preciso ver na prática se os juros vão mesmo cair, porque algumas das medidas anunciadas dependem do perfil de cliente e da transferência de contas de outros bancos”, alerta Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac. “O mais prudente é esperar um pouco mais antes de fazer um financiamento,  pois essas medidas costumam levar algum tempo para ser, de fato, implementadas”, recomenda.(G1)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *