Bahia: Fecha tudo ou mero paliativo?

Período pré-eleitoral, feriado de finados, eleições municipais, festas de fim de ano, carnaval, estação de eventos que não poderiam na visão de alguns principalmente das autoridades e do poder econômico, deixarem de acontecer todo esse contexto resultou em que?
Uma outra situação bastante visível está na falta de compromisso das autoridades no trabalho de conter a proliferação, sabia-se que um ponto muito importante para o combate a pandemia seria a aquisição das doses das vacinas o que não foi feito de imediato, em outros países fizeram isso desde o mês de setembro do ano de 2020, a nação brasileira postergou não valorizou a necessidade, hoje paga o preço bastante alto pela falta de vacinas para imunizar a população, outro lado visto nos pontos de vista das restrições a exemplo quando o Amazonas começou com a sua segunda onda bastante forte o Brasil por ser um país continental manteve tudo aberto deixou tudo como antes ‘no quartel de Abrantes’ entrando e saindo gente para todos os lados, chegando ao ponto de que foi necessário transferir pacientes para outros estados, sem sombra de dúvida hoje o Brasil paga um preço muito alto.
Na Bahia medidas descritivas estão sendo tomadas para esse final de semana, o que não se vê na realidade é o resultado posteriores, pois será feita medidas respectivas em pleno final de semana onde a população por sua vez estarão realmente dentro de casa, há uma falta de coerência ou até mesmo de imaginar que o povo não observa tudo isso, não existe leitos para o combate direto, não somente porque não existe leitos mais porque também já chegou o momento da exaustão de cada profissional da linha de frente, a Bahia está abrindo mais uma vez o hospital de Campana da Arena Fonte Nova e esperamos que funcione plenamente.

Visão Cidade

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