EMBASA: A ‘madrasta’ dos moradores de Vera Cruz e Itaparica

Se não bastasse a constante falta de água, a EMBASA — empresa responsável pelo sistema de esgotamento sanitário nos municípios de Vera Cruz e Itaparica — tem se mostrado, segundo os moradores, mais como uma madrasta do que como uma parceira.
O objetivo inicial da implantação do sistema de esgoto seria melhorar a qualidade de vida da população e substituir o antigo modelo de fossas, que comprometia o lençol freático da Ilha. No entanto, o que se observa é um serviço incompleto, ineficaz e repleto de problemas.
Um dos pontos mais questionados pela comunidade é a cobrança da taxa de esgoto, que praticamente dobra o valor da conta de água. A cobrança poderia ser considerada justa se o sistema estivesse funcionando plenamente. Mas em diversas localidades, os relatos são de esgoto transbordando, mau cheiro constante nas ruas e até dentro das casas — um cenário de insalubridade e indignação.
Há casos em que a empresa utiliza caminhões de sucção para retirar dejetos acumulados nos poços de visita (PVs), como ocorre com frequência na comunidade de Taipoca. Isso evidencia que as obras não foram concluídas e que, na prática, os dejetos acabam escoando para a praia, agravando ainda mais os riscos ambientais e à saúde pública.
Diante desse quadro, a pergunta que fica é: até quando a população de Vera Cruz e Itaparica será tratada de forma tão desrespeitosa? Com a palavra, a EMBASA — chamada por muitos moradores de “a madrasta da Ilha de Itaparica”.
Se não bastasse a constante falta de água, a EMBASA — empresa responsável pelo sistema de esgotamento sanitário nos municípios de Vera Cruz e Itaparica — tem se mostrado, segundo os moradores, mais como uma madrasta do que como uma parceira.
O objetivo inicial da implantação do sistema de esgoto seria melhorar a qualidade de vida da população e substituir o antigo modelo de fossas, que comprometia o lençol freático da Ilha. No entanto, o que se observa é um serviço incompleto, ineficaz e repleto de problemas.
Um dos pontos mais questionados pela comunidade é a cobrança da taxa de esgoto, que praticamente dobra o valor da conta de água. A cobrança poderia ser considerada justa se o sistema estivesse funcionando plenamente. Mas em diversas localidades, os relatos são de esgoto transbordando, mau cheiro constante nas ruas e até dentro das casas — um cenário de insalubridade e indignação.
Há casos em que a empresa utiliza caminhões de sucção para retirar dejetos acumulados nos poços de visita (PVs), como ocorre com frequência na comunidade de Taipoca. Isso evidencia que as obras não foram concluídas e que, na prática, os dejetos acabam escoando para a praia, agravando ainda mais os riscos ambientais e à saúde pública.
Diante desse quadro, a pergunta que fica é: até quando a população de Vera Cruz e Itaparica será tratada de forma tão desrespeitosa? Com a palavra, a EMBASA — chamada por muitos moradores de “a madrasta da Ilha de Itaparica”.
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