Eleições 2026: O brasileiro precisa de uma identidade eleitoral

As eleições de 2026 se aproximam. Em outubro, os brasileiros irão às urnas para escolher deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e o próximo presidente da República. A movimentação política já começou: nomes e pré-candidatos surgem em todas as esferas do poder. Mas, diante disso, fica a pergunta: você lembra em quem votou em 2022? Seu voto realmente lhe representou?
A reflexão é necessária. O eleitor precisa avaliar se a escolha feita no passado trouxe avanços ou decepções. Afinal, o voto pode ser um acerto ou um erro — e, em muitos casos, esse erro só pode ser corrigido depois de quatro anos, ou até mesmo de oito, no caso dos senadores.
O eleitor brasileiro é soberano, mas essa soberania só se concretiza quando há consciência. É preciso pesquisar, entender e analisar quem são os candidatos e quais são suas propostas. O Executivo — prefeitos, governadores e presidente — tem a função de executar políticas públicas. Já o Legislativo — vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores — é responsável por legislar e fiscalizar. Essa engrenagem só funciona quando as escolhas são feitas com responsabilidade e conhecimento.
Não basta se deixar levar por promessas fáceis ou discursos vazios. O voto é individual, pessoal e intransferível. É uma decisão que não deve ser influenciada por terceiros, sob o risco de custar caro no futuro. O Brasil precisa de representantes comprometidos com a transformação do município, do estado e da nação. Precisamos de governantes que invistam em áreas essenciais como educação, saúde, saneamento básico, transporte, cultura e turismo, para que o país avance e os brasileiros possam se orgulhar de dizer: “Eu sou brasileiro.”
Exercer o direito ao voto é mais que um dever cívico: é a construção da própria identidade eleitoral. Que em 2026 cada cidadão vote com consciência e convicção, para não se arrepender amanhã.
Visão Cidade


