Vera Cruz: Onde está o vereador que eu escolhi?

A pergunta ecoa pelas redes sociais, nas ruas, nos comércios, nos bairros e até nos corredores da própria Câmara de Vereadores de Vera Cruz:
“Cadê o meu vereador? Aquele que escolhi para me representar?”
Essa dúvida é frequente e legítima. A população quer saber não só onde está, mas o que tem feito o vereador em quem confiou o voto. No entanto, há um ponto essencial nessa discussão: a presença da sociedade nas sessões legislativas também é fundamental. Mesmo quando o cidadão não está fisicamente presente, muitos acompanham pelas redes sociais ou por meio de relatos de quem frequenta a Casa Legislativa.
O que se percebe — com base em observações públicas e postagens de cidadãos — é uma atenção crescente à atuação (ou ausência) dos vereadores. Alguns se destacam pela frequência e atuação constante. Outros, pela ausência reiterada. E isso levanta questionamentos sérios:
Essas ausências estão sendo justificadas? Há comunicação formal com a Mesa Diretora?
A Comissão de Ética da Casa está atuando nesses casos?
O Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Vera Cruz é claro: vereadores que ultrapassam 60% de faltas não justificadas podem perder o mandato. Isso está previsto e precisa ser respeitado — afinal, o cargo é um dever com o povo.
“𝗖Â𝗠𝗔𝗥𝗔 𝗗𝗘 𝗩𝗘𝗥𝗘𝗔𝗗𝗢𝗥𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗩𝗘𝗥𝗔 𝗖𝗥𝗨𝗭 – 𝗕𝗔
Quem ocupou a cadeira?
E quem deixou o povo esperando?
Por: Osvaldo Silva Filho
Como cidadão atento e participativo, realizei um levantamento independente sobre a presença dos vereadores nas 10 sessões ordinárias do primeiro semestre de 2025.
Resultado:
Enquanto alguns vereadores participaram ativamente, outros acumularam ausências.
O caso mais alarmante?
Um vereador faltou a 6 das 10 sessões — ou seja, esteve ausente em 60% delas.
Pior: essa prática se repete pelo segundo ano consecutivo.
Esse nível de ausência representa um desrespeito com os eleitores, que esperam representação firme e constante no plenário.
Compromisso se mede com presença
A cadeira está lá.
O microfone está lá.
A população acompanha — mesmo que apenas como espectadora.
Mas o povo quer mais do que assistir: quer ser representado.
Afinal, se um trabalhador comum falta ao serviço, há descontos e consequências.
Por que com o parlamentar seria diferente?
Presença não é privilégio. É obrigação!”
Conclusão: transparência se faz com verdade
Diante dessa realidade, é direito da população de Vera Cruz saber:
Quem está presente e quem está ausente?
As faltas foram justificadas?
A Câmara está fiscalizando isso como manda o regimento?
A transparência precisa ser uma prática contínua. A Casa do Povo deve explicações àqueles que a sustentam: o povo.
Os vereadores foram eleitos para representar. E, para isso, precisam comparecer, atuar e prestar contas.
A palavra agora está com a Câmara de Vereadores de Vera Cruz.
E a cobrança, como sempre, está nas mãos do povo.
Visão Cidade



Do jeito que você fez a publicação, parece que todo o texto após o meu nome, é de minha autoria.
Minha autoria vai até “CONCLUSÃO”
Mas a matéria ficou ótima e levou uma reflexão a todos que leram o texto na íntegra