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Na política: Fogo amigo – sempre desnecessário e perigoso

O termo “fogo amigo” refere-se a ataques que atingem as próprias tropas ou aliados, seja em um contexto militar ou profissional. No ambiente de trabalho, pode significar acidentes causados por colegas, muitas vezes devido à falta de treinamento, procedimentos inadequados ou ausência de equipamentos de proteção. Empresas devem adotar medidas rigorosas para prevenir tais incidentes.

Na política, “fogo amigo” ocorre quando um político ou grupo ataca seus próprios aliados, seja por estratégia ou disputa interna, gerando conflitos desnecessários. Diante de qualquer acusação ou suspeita, é fundamental que haja apuração rigorosa, sem julgamentos precipitados. Afinal, onde há fumaça, pode haver fogo, e cabe à sociedade buscar a verdade com base em fatos concretos.

Infelizmente, muitos se aproveitam do poder das redes sociais para espalhar informações distorcidas, inflamando ainda mais os ânimos. O fogo amigo na política é um sinal de fraqueza, uma tentativa de minar adversários sem enfrentá-los diretamente. Esse tipo de atitude não fortalece a democracia nem o debate público – pelo contrário, apenas desvia o foco das verdadeiras questões que afetam a população.

É fundamental destacar que todos têm o direito de conhecer a verdade, sem favorecimento ou alinhamento político. O jornalismo sério se baseia na apuração dos fatos e na divulgação da realidade, seguindo o princípio de um duto popular: “Doa a quem doer.” Acima de tudo, a responsabilidade deve sempre prevalecer.

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