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Hoje é Dia: autismo e campanha mundial pelo lixo zero são os destaques

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado em 2 de abril. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e dá início à campanha Abril Azul, com o objetivo de difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e combater o preconceito. O autismo afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Com base nessa projeção, estima-se que o Brasil tenha cerca de seis milhões de pessoas com essa condição. A Agência Brasil já explorou extensamente as dificuldades que essa parcela da população enfrenta. Nesta reportagem de 2024 explicou o que é o espectro autista. Nesta outra, de 2023, mostra como os autistas têm dificuldades para acessar direitos básicos, como a inclusão escolar, a colocação no mercado de trabalho e a cobertura de planos de saúde. E nesta aqui, publicada no mesmo ano, explica como a desinformação alimenta os preconceitos. A TV Brasil também deu sua contribuição para o tema nesta edição de 2023 do Repórter Brasil Tarde. E o programa Caminhos da Reportagem trouxe este capítulo, sobre pessoas que descobrem a condição de autistas já na vida adulta.

Meio ambiente
O Dia Internacional do Lixo Zero, celebrado em 30 de março, foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar sobre a necessidade de reduzir a produção de resíduos e promover práticas sustentáveis de gestão do lixo. O conceito de Lixo Zero se baseia na ideia de garantir que os descartes sejam recicláveis, compostáveis ou reutilizáveis. A Rádio Nacional veiculou, em 2023, uma série especial que analisou de forma profunda o problema da gestão de resíduos no Brasil. Confira as cinco reportagens nos links abaixo:

Brasil gera cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano
Plano Nacional de Resíduos Sólidos prevê fim dos lixões
Descarte incorreto: 70% das pessoas não separam o lixo
Somente 30% do lixo hospitalar vai para incineração, aponta Abrelpe
Logística reversa dá destinação para produtos pós-consumo

Direitos humanos
A Chacina da Baixada Fluminense completa 20 anos no dia 31 de março. Até hoje é considerada a maior chacina da história do Rio de Janeiro, sobretudo pela forma absurda e irreal como aconteceu. Na noite daquele dia, em 2005, policiais militares, descontentes com a troca de comando no batalhão, se reuniram em um bar e de lá saíram de carro atirando em inocentes entre Nova Iguaçu e Queimados, matando 29 pessoas. Cinco PMs foram condenados pelos crimes, com penas que variam de 480 a 559 anos de prisão. A Agência Brasil relembrou a tragédia em 2015, após 10 anos do ocorrido. No mesmo ano, o Repórter Rio, da TV Brasil, deu voz às famílias das vítimas, nesta reportagem. O assunto ganhou espaço novamente em 2015, com o lançamento do filme “Nossos mortos têm voz”, destacado nessa reportagem da Radioagência Nacional.

Também envolvendo graves violações de direitos humanos, no dia 1º de abril de 1970 o governo cívico-militar promoveu o expurgo político conhecido como “Massacre de Manguinhos”. O regime cassou, por dez anos, os direitos políticos de dez renomados cientistas, vinculados ao Instituto Oswaldo Cruz por mais de 30 anos. Eles faziam oposição à ditadura, e acredita-se que tenham sido denunciados pelos próprios colegas. Os decretos AI-5 e AI-10 também incluíram a aposentadoria compulsória e impediam esses cientistas de trabalhar em qualquer instituição que recebesse ajuda do governo federal. Esse episódio foi citado nesta reportagem da Agência Brasil, de 2014.

Literatura
O escritor dinamarquês Hans Christian Andersen escreveu peças de teatro, histórias e, principalmente, contos de fadas, pelos quais ficou mundialmente conhecido. Por este motivo, o dia 2 de abril, data de seu nascimento, foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil. Andersen editou seis volumes de contos infantis e escreveu 156 histórias, de 1835 a 1872. Entre as mais conhecidas estão “O Patinho Feio”, “Os Sapatinhos Vermelhos”, “A Pequena Sereia” e “A Roupa Nova do Rei”. A vida e a obra de Hans Christian Andersen foi destacada nesta edição de 2015 do História Hoje, da Rádio Nacional. Já a Rádio MEC celebrou o autor e o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil no programa Antena MEC, em 2019.

Quem nasceu esta semana
Quem faz aniversário esta semana, no dia 30 de março, é o cantor e compositor britânico Eric Clapton, que completa 80 anos. Considerado um dos guitarristas mais talentosos e influentes do mundo, Clapton é reconhecido pela sensibilidade do seu estilo, tocando rock e blues. Entre 1963 e 1970 tocou com as bandas Yardbirds, Cream e Blind Faith, e então seguiu em carreira solo, interpretando músicas suas, como “Layla”, e de outros autores, como “I Shot the Sheriff”. A canção “Tears in Heaven”, dedicada ao filho, morto em um acidente com apenas cinco anos, é talvez sua música mais conhecida, e foi premiada em três categorias do Grammy. Eric Clapton recebeu uma homenagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, quando completou 70 anos, em 2015. E foi destaque do programa Templo do Rock, da Rádio Nacional, em 2021.

Nascido no dia 2 de abril de 1910, Francisco Cândido Xavier é considerado o maior médium psicógrafo de todos os tempos, e ajudou a popularizar o espiritismo kardecista no Brasil. Chico Xavier começou seu trabalho espiritual aos 17 anos e ,em 1950, já havia psicografado mais de 50 livros. Naquele ano começou também a visitar lares carentes, acompanhado por grande número de pessoas. Ao todo, o médium psicografou 451 livros. Os direitos autorais das obras publicadas foram cedidos a editoras espíritas e entidades ligadas à caridade. Os livros foram traduzidos para vários idiomas. Sua trajetória foi contada nesta edição de 2015 do História Hoje, programa da Rádio Nacional, e também pela TV Brasil no programa De Lá Pra Cá, em dois capítulos.

Em 5 de abril de 1890, nascia Ernesto Joaquim Maria dos Santos, o Donga, compositor e músico fluminense que compôs, em 1916, “Pelo Telefone”, reconhecido como o primeiro samba gravado no Brasil e no mundo. Donga passou a infância entre ex-escravos e negros baianos. Aprendeu o jongo, o afoxé e outros ritmos. Começou a tocar cavaquinho de ouvido, e passou para o violão nas aulas do grande violonista Quincas Laranjeiras. Frequentava as reuniões da famosa sambista e mãe de santo Tia Ciata, onde conheceu Pixinguinha, outro expoente da música brasileira. Saiba mais sobre “Pelo Telefone”, que fez muito sucesso, nesta reportagem da Agência Brasil, publicada em 2016, e nesta edição do História Hoje, da Rádio Nacional, veiculada em 2018.

Agência Brasil

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