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Poluição, negligência e inúmeras queixas permeiam a implementação do saneamento básico na Ilha de Itaparica

O portal Visão Cidade recebeu relatos sobre os transtornos causados pelo sistema de esgotamento sanitário implantado pela Embasa em algumas localidades. O mau odor persistente emanando dos Pontos de Visita (PVs) nas ruas tem sido motivo de desconforto. Além disso, em algumas residências, há relatos de retorno de esgoto com uma intensidade repugnante, perturbando a tranquilidade dos moradores. Ao contatar a Embasa, a resposta é, muitas vezes, que os residentes devem instalar válvulas internas para conter os odores. Quanto aos PVs repletos de resíduos orgânicos, a justificativa aponta para a falta de inclinação adequada em determinadas vias.

Este projeto, anteriormente denominado Baía Azul, hoje carece de identificação, como destacam os habitantes locais. O programa de saneamento teve início em 2011, quando a empresa responsável operava nas proximidades do posto de gasolina em direção a Mar Grande, posteriormente mudando para Barra do Pote. A localização atual de sua sede permanece desconhecida, levantando dúvidas sobre a conclusão ou eventual abandono da empreitada, deixando para trás um legado de insatisfação entre os residentes da Ilha de Itaparica.

Desde 2011, diversas audiências públicas e seminários foram realizados na tentativa de conscientizar e mobilizar a população. Contudo, aparentemente, as ações planejadas não saíram do papel. A esperança persiste de que, finalmente, Itaparica experimente um funcionamento eficiente do sistema de esgoto e saneamento básico.

Visão Cidade

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