Melhorias na mobilidade são garantidas pelo poder público baiano

O secretário de comunicação da prefeitura, André Curvello, afirma que a administração municipal do prefeito João Henrique vai deixar um legado histórico, que são projetos de mobilidade urbana como a rede integrada de transporte (RIT), “que consiste em projetos prontos, e novas avenidas como a Linha Viva e Avenida Atlântica, e dezenas de viadutos e mergulhos em pontos críticos da cidade”. diz.
Para o secretário, a questão da mobilidade urbana é histórica e de responsabilidade não só da prefeitura, mas também dos governos estadual e federal. “Em oito anos, a cidade recebeu 480 mil novos veículos e mantém a mesma estrutura viária. É demagogia dizer que só a prefeitura resolve esse problema”, acrescenta. No quesito habitação, Curvello informa que desde o início da gestão existiam 11 assentamentos de MSTs na capital. Hoje, são apenas dois. “Além disso, você tem em andamento a construção de cerca de de 7,5 mil unidades habitacionais. Outras 3 mil já foram entregues. E essa também é uma questão das três esferas”, pontua.
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Já o secretário de comunicação do governo, Robinson Almeida, informa que está em fase de consulta pública o projeto do sistema metroviário Salvador/Lauro de Freitas. Pelo projeto será construída a Linha 2 do metrô, que vai da Avenida Bonocô até Lauro de Freitas, e completar a Linha 1, trecho entre o Acesso Norte e Pirajá. Serão investidos R$ 3,5 bilhões, sendo R$ 1,85 bilhão recursos das três esferas. A obra está prevista para ser executada no início de 2013, por intermédio de parceira público-privada, e tem previsão de ser concluída em 36 meses. O sistema terá 36,4 quilômetros e 20 estações, que atenderão diretamente os moradores da Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Em relação a habitação, Almeida acrescenta que “há a execução de dois programas de habitação, o Casa da Gente, em parceria com o governo federal, e o Minha Casa, Minha Vida, em parceria com estado e município”.


