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“Greve é para desviar atenção”, diz Geraldo Júnior

A ameaça de greve do funcionalismo municipal está sendo forjada para desviar atenção pública da paralisação dos professores do estado, que chega há quase 90 dias. Essa é a avaliação feita pelo vereador Geraldo Junior (PTN), que diz não entender porque o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) insiste em anunciar a paralisação dos funcionários da Prefeitura do Salvador, sendo que a maioria dos órgãos continua funcionando normalmente e da gestão ter atendido a reivindicação de instalar, através de decreto, um grupo de estudo para encontrar uma alternativa de implantação para plano de saúde.
“O grupo de estudos terá a missão de encontrar uma fórmula que não vá contra a determinação do Tribunal de Contas do Município, que diz que Municípios e Câmaras não podem usar dinheiro público para pagar plano de saúde de servidores. Mesmo com a formação do grupo de estudos e conhecendo a orientação do TCM, o Sindseps insiste em uma greve. Isso só nos leva a supor que o que querem, de fato, é desviar a atenção do problema da greve dos professores causando um problema para a prefeitura”, afirma o Edil. “A atual gestão municipal recuperou os ganhos salariais do funcionalismo. Os servidores acumulam 67,14% de reajuste de 2005 a 2012. Os índices foram maiores para professores, que tiveram reajuste de 56,60% entre 2005 e 2010, demonstrando que essa é uma das categorias que mais elogiam o prefeito e o respeito que ele tem com o servidor”, lembra.

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