Cresce expectativa para vaga na Sefaz

Na bolsa de apostas, cresceu o nome do superintendente da Caixa na Bahia, Aristóteles Alves, presente no ato realizado no Plenarinho da Casa. Além dele, continuam no páreo o atual secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, e o subsecretário da própria Sefaz, Carlos Alberto Batista.
Há burburinhos também sobre a possibilidade de um dos secretários da equipe do governador Jaques Wagner (PT) acumular a gestão de duas pastas. Também tem sido sondado o nome de Cláudio Meireles, da Superintendência Tributária da pasta. Não está descartado que o anúncio saia até o fim desta semana, conforme a Tribuna antecipou.
Martins disse que não fez nenhuma indicação a Wagner em relação ao assunto. “Fica a cargo do governador”, resumiu. Diante dos deputados, o secretário mostrou os resultados do último quadrimestre de 2011.
Segundo ele, o Estado conseguiu cumprir as metas estipuladas pela Lei de Responsabilidade Fiscal e teve um incremento de 8,91% na arrecadação. Foram aplicados recursos acima do mínimo exigido nas áreas de educação com 25,79% quando o limite é 25,0% e saúde, quando o valor menor deve ser até 12%.
“Tivemos um bom incremento na arrecadação, mesmo em um momento de incertezas”, frisou Martins. Os oposicionistas, ao questionarem o relatório, enfatizaram que o governo “gasta mal”, inclusive tem perdas em setores essenciais como saúde e segurança. Conforme Martins, os resultados demonstraram a “saúde” financeira do Estado e dívida “declinante”, junto à capacidade de operacionalizar créditos.
O titular ainda se referiu à tomada de empréstimos de US$ 700 milhões junto ao Banco Mundial, projeto que teve a urgência aprovada na AL. O líder da oposição, Paulo Azi (DEM), questionou o fato de o governo buscar recursos externos para “tapar buracos”. A declaração foi refutada de pronto por Martins(Tribuna)

