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Com participação do ex-goleiro Marcos e problemas no abre-alas, Mancha Verde fecha desfiles da primeira noite em São Paulo

A Mancha Verde encerrou o 1º dia de desfiles do Carnaval paulistano por volta das 7h40 deste sábado (18), com o dia clareando, abalada pelos problemas que ocorreram no carro abre-alas. Dirigentes e integrantes da comissão de frente não seguraram as lágrimas no início do desfile.
Apesar de um pedaço da primeira alegoria ter despencado, a escola prosseguiu com a apresentação. Em seu enredo, “Pelas mãos do mensageiro do axé, a lição de Odu-Obará: a humildade”, trouxe lendas e contos usados para transmitir os ensinamentos do candomblé.
Antes da Mancha, passaram pelo Anhembi, Camisa Verde e Branco, Império de Casa Verde, X-9 Paulistana, Vai-Vai, Rosas de Ouro e Acadêmicos do Tucuruvi, nesta ordem.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Jéssica e Fabiano, representaram o candomblé. Já a última alegoria, o mundo sonhado por Olorum, o criador, trouxe crianças para falar do futuro.

A modelo Viviane Araújo foi a rainha de bateria e a ex-panicat Juju Salimeni, a musa da Mancha Verde, que ficou em 4º lugar no Carnaval passado. Quase nua, Juju desfilou com o corpo coberto apenas por um tapa-sexo e tinta.
Viviane Araújo, madrinha de bateria, trazia uma fantasia toda colorida, pensada para se destacar à luz do dia. “Queria algo de mais destaque, já que vamos desfilar cedo”, disse antes do desfile.

O ex-goleiro Marcos, acompanhado de sua mulher e filha, foi o destaque do último carro, “O Mundo que Olorum Sonhou”, em que enormes peixes móveis, uma grande mãe natureza e um mar azul representavam um mundo ideal.

Primeira noite em São Paulo
Quem abriu a noite de desfiles do Carnaval paulistano foi a agremiação Camisa Verde e Branco, que apresentou o enredo “É o Amor”, e teve o desfile marcado por uma queda na harmonia para evitar o atraso das últimas alas.

Em seguida, a Império de Casa Verde apresentou um enredo sobre óculos, usando telas de LED para dar destaque a um dos seus carros alegóricos.

A X-9 Paulistana cantou a história do “Brasil Sertanejo” e misturou Rali dos Sertões e Semana de Arte Moderna entre suas alas.

A Vai-Vai ficou marcada pela presença maciça de celebridades, que incluiu desde atrizes como Marisa Orth e Claudia Raia a cantoras como Elza Soares e Paula Lima e políticos como Eduardo Suplicy e Soninha Francine, que homenagearam as mulheres brasileiras.

O desfile da Rosas de Ouro teve a participação do empresário Roberto Justus e sua mulher, Ticiane Pinheiro. Também chamou atenção o orçamento milionário, cerca de R$ 3 milhões divididos em carros luxuosos e fantasias opulentas.

Antes da Mancha Verde, última escola da madrugada, a Acadêmicos do Tucuruvi apresentou um enredo sobre a África, investindo em materiais naturais em suas alegorias.

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