Léo Prates resume jogadas do PT em “Desespero e derrota”

O vereador Léo Prates (DEM) usou sua conta do Twitter para criticar a postura adotada pelo ex deputado Robinson Almeida (PT) perante a prorrogação do contrato entre a Prefeitura de Salvador e o Parque Social de Empreendedorismo e Desenvolvimento, Organização Não Governamental presidida por Maria do Rosário Magalhães, mãe do prefeito ACM Neto.

De acordo com Prates, Robinson utilizou-se do aplicativo Whatsapp para distribuir mensagens que acusavam o gestor soteropolitano de beneficiar indiretamente a própria mãe, o que caracteriza “a baixeza” do petista. “Isso mostra o desespero e quem perderá a eleição. Acho que a política se faz com P maiúsculo e sem usar a mãe para atingir o prefeito. Tudo não passa de politicagem”, resumiu.

PARQUE SOCIAL

O aditivo do convênio entre a Prefeitura e o Parque Social foi publicado no Diário Oficial do Município na última quinta-feira (29). O contrato vai até 2021 e passa de R$ 2.109.600,00 milhões para R$ 2.812.800,00 milhões.

Uma nota de esclarecimento foi emitida pela ONG, confira:

A presidente de honra Parque Social, Rosário Magalhães, disse que o valor do convênio para o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos é para o atendimento a 1.000 pessoas, entre adolescentes e idosos de cinco comunidades de Salvador, em situação de vulnerabilidade e risco social, todos os dias, durante quatro anos, e que a maior parte dos recursos é do governo federal. “Dos R$ 58,60 de custo per capita de cada beneficiado, R$ 50 são do governo federal, R$ 4,30 do estadual e os outros R$ 4,30 do município”, afirmou.

“O Parque Social não fica com um centavo do convênio e eu trabalho de forma voluntária, já que sou apenas presidente de honra da entidade”, afirmou.

Rosário Magalhães disse ainda que, quando o projeto foi lançado, há cerca de dois anos, foi feito um chamamento público para que as empresas que atendessem aos pré-requisitos se apresentassem. “O que está acontecendo agora é apenas a renovação do convênio.” De acordo com Rosário Magalhães, os órgãos competentes fiscalizam todas as ações do projeto e que as prestações de contas estão em dia. “Temos o compromisso de manter os cinco centros de convivência funcionando e com equipes técnicas distintas, realizar 18 capacitações, formar e manter 30 grupos de caráter contínuo, realizar 20 atividades diárias de promovam o fortalecimento de vínculos familiares, além da reinserção familiar e comunitária.”

Por fim, a presidente de honra do Parque Social acrescentou que a parceria tem um gestor público nomeado em Diário Oficial que fiscaliza o cumprimento de todas as metas pactuadas no Plano de Trabalho apresentado pelo projeto.”(Ascom)



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